Taleb

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Entre interrupções gigantes e falta de tempo, acho que passei uns dois meses lendo Fooled by Randomness, do Nassim Nicholas Taleb. Leitura sensacional, não só pelo tema, mas principalmente porque o Taleb escreve brilhantemente.

A versão que eu li, que é a da capa abaixo, é um pocket de 2007 da Penguin (muito barato na Cultura). No final do livro, tem três textinhos que ele chama de Afterthoughts in the Shower. O segundo, principalmente, é uma descrição perfeita (para não dizer utópica) do que eu quero do meu futuro.


Queria saber se esses textos saíram na versão em português, publicada em 2003. É com essa capa:

Se não tiver, vou ter que traduzir. Vai explicar muita coisa do que eu penso para muita gente.

Departamento de Aquisições

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Pro Omelete

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Legais:
Lá Fora: Batman, Homem-Aranha e jornalismo em quadrinhos
HQ com palavrões gera problema para a Secretaria de Educação de SP
Pato Donald completa 75 anos
Luluzinha e sua turma vão ganhar versão teen no Brasil - - veja a primeira imagem - E depois: Blogs dos EUA criticam Luluzinha Teen
Preview exclusivo de Copacabana (FINALMENTE, Odyr!)
FIQ vai ter exposição comemorando 70 anos de Batman com obras exclusivas (e eu vou pra lá)
Graphic novel nacional Cachalote ganha preview e vai para os EUA
Semana Lá Fora: 21/05
Semana Lá Fora: 28/05
Semana Lá Fora: 04/06
Semana Lá Fora: 11/06


Dia-a-dia:
Editor-chefe da DC se defende de acusações de escritores
Justiceiro e Luke Cage também ganharão minisséries noir
Archie vai se casar
Surgem mais rumores de que Capitão América original pode voltar da morte - Certamente vem coisa grande por aí... - Aí Kyle Baker complica tudo... - Mas, enfim: Revelada a nova identidade do Capitão América
Marvel e DC copiam estratégias entre si para sagas e aumento de preços
Até o cachorro de Obama ganhará sua própria HQ - E aparecerá em minissérie da Marvel
Alan Moore vira boneco de papel para você baixar e montar - e também vai lançar audiobook autobiográfico com trilha sonora especial
Hulk vai ganhar nova série... que é sua antiga série
Mary Jane vai voltar à série do Homem-Aranha - e eles retomam o casamento... nas tiras de jornal - Mas série do Homem-Aranha vai ter casamento inesperado
A batalha pelo manto termina, e o novo Batman é... - Grant Morrison fala sobre novo Batman e novo Robin - Preview - e mais páginas
Nova série de Buffy vai ser publicada no Brasil
Escritor Grant Morisson vai ganhar documentário sobre sua vida e obra
Livro reúne contos de pulp fiction por escritores brasileiros
DC/Vertigo vai lançar seu primeiro livro de prosa
Estilista de Project Runway vai aparecer em HQ da Marvel
Série de Capitão Britânia é cancelada nos EUA
Museu dedicado a Hergé, criador de Tintim, é inaugurado na Bélgica
Famílias de Batman e Superman terão encontro especial no fim do ano
Escritor da Liga da Justiça é substituído após criticar DC Comics
Tocha Humana original ganhará minissérie por Alex Ross
Personagem de O Reino do Amanhã vai ganhar série mensal na DC
Mark Millar e Dave Gibbons vão colaborar em nova HQ
Marvel vai fazer capas especiais relembrando anos 80 e 90
Projeto Oi Quadrinhos anuncia lançamentos de quadrinhos para celular
Panini lançará A História do Universo DC pela primeira vez no Brasil
Casa onde Superman foi criado é restaurada
Gênesis ilustrado por Robert Crumb tem páginas divulgadas - e vai sair no Brasil
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Confira preview de novas HQs de Aliens e Predador nos EUA
Alan Moore vai publicar tratado sobre a história da pornografia
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Marvel vai ressuscitar Saga do Clone do Homem-Aranha
Tira de Superman sairá em jornal dos EUA
Panini em junho

Departamento de Aquisições

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Retalhos

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retalhos4capa.jpg


Ainda não tenho meu exemplar em mãos, mas essa semana deve chegar. Já descobri que meu nome tá na quarta capa.

E anda muito bem falada. O Rafael Grampá se derreteu na MTV. A Folha de S. Paulo destacou hoje. E o Telio Navega, do Globo, entrevistou o Craig Thompson.

Já comprou seus 10 exemplares? Na prateleira da livraria fica assim:

retalhoslombada.jpg

Departamento de Aquisições

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Compras na Banca2000, algumas coisas mandadas por assessorias e o pedido aberto da Amazon continua...

Desses, já li The Eternal Smile and Other Stories, Sábado dos Meus Amores e O Pagador de Promessas. Recomendo os dois primeiros.

Retalhos

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É hoje, dia 22. Hoje saem os primeiro livros da Quadrinhos na Cia., nova linha exclusiva para HQ da Companhia das Letras.

São quatro: O Chinês Americano (história imaginativa sobre preconceito racial, mais para público infanto-juvenil), Nova York: A Vida na Grande Cidade (provavelmente a melhor coletânea de HQs do Will Eisner já lançada), Jubiabá (adaptação do livro homônimo do Jorge Amado, pelo Spacca) e... Retalhos.

Retalhos é um dos gibis mais importantes deste século, por ter puxado para o grande público a idéia de "quadrinhos são literatura" (não são, mas o que importa é que "literatura" é sinônimo de "coisa culturalmente elevada"). Tive o prazer de ser convidado para traduzir. Só tinha proposto Cobertos ao invés de Retalhos, mas o nome final é decisão da editora - e alguns resenhistas já aprovaram Retalhos, então tudo bem.

Mesmo que eu seja um péssimo tradutor, você nunca vai descobrir. A Companhia das Letras tem trocentos revisores e editores que rererererevisam o material. Me deixaram com vergonha de já ter feito trabalhos de revisão de texto.

Ah, sim. A capa:


Compre 10 exemplares.

Livraria Cultura: R$ 39,20
Submarino: R$ 39,20
Cia. dos Livros: R$ 38,61
Comix: R$ 39,20

Freqüência Global

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Há alguns meses, o editor da Pixel Magazine - uma antologia de quadrinhos - me pediu para escrever um texto para a revista. Como outros convidados estavam fazendo, deveria ser uma apreciação de alguma série da Magazine que eu gostasse. Escolhi Freqüência Global.

A revista acabou morrendo e o texto nunca saiu. E nunca deve sair impresso. Então publico-o agora.

CORREÇÃO: Pelo que me informaram o Fábio Conti e o próprio ex-editor da Pixel Magazine, Cassius Medauar, o texto foi publicado sim, na Pixel Magazine #21. Estou a quilômetros de distância do meu exemplar para consultar agora.

Freqüência global, cultura participativa, ficção científica e como salvar o mundo
ÉRICO ASSIS

Saiu há pouco no Brasil o livro Cultura da Convergência (editora Aleph), do professor de Comunicação do renomado MIT Henry Jenkins. É um trabalho genial. O autor parte do que você pode ver na sua volta: estamos passando por um momento de transformação tecnológica, com cada vez mais aparelhos que concentram uma imensa capacidade de produção e recepção midiática: pense em iPods e iPhones, em celulares com GPS e consoles de videogame com wi-fi, e na profusão de computadores tão potentes quanto portáteis.

O que importa, para Jenkins, não são as capacidades destes aparelhos, mas como estas tecnologias afetam nossa economia, nossa educação e nossa produção de conhecimento, nossa sociedade globalizada e nossa política. E gera o que ele chama de cultura participativa.

O ponto-chave desta cultura participativa é que a idéia de interatividade tomou conta. A Internet liberou, e torna cada vez mais fácil, tanto produção quanto recepção de conteúdo. Podemos criar nossos blog, nossos vídeos no YouTube, podemos comentar as matérias dos maiores jornais do mundo, assim como podemos virar jornalistas, críticos, ativistas, políticos – ao custo de alguns centavos da conexão e alguns cliques. A partir daí, somos lidos e vistos por quem conseguirmos conquistar. No momento em que todo mundo pode ter sua mídia, não nos satisfazemos mais em sermos audiência ou consumidores passivos – queremos participar.

E participar de tudo, desde o envolvimento com nossas marcas preferidas até desvendar os segredos de Lost. Queremos não só ler Harry Potter, mas nos dividirmos em grupos que vão traduzir o original para que ele chegue mais rápido às crianças (e não tão crianças) de todo o mundo. Queremos criar vídeos fazendo graça do candidato à presidência, publicar no YouTube e dar uma baque numa campanha – a partir do nosso laptop.

Dominando algumas noções da velha ciência do “como chamar atenção”, qualquer pessoa pode provocar revoluções a partir da tecnologia que tem no seu quarto – com uma proximidade e uma participação na política antes limitada às grandes mídias e ao grande capital.

É neste ponto do livro que Jenkins cita nada mais nada menos que Freqüência Global, a série de Warren Ellis que você acompanha aqui na Pixel Magazine. Está lá, na página 318:

Ellis concebeu a história na esteira do 11 de Setembro como uma alternativa ao clamor por maior poder estatal e restrições paternalistas às comunicações: a Freqüência Global não imagina o governo salvando os cidadãos de qualquer mal que os aflija. Em vez disso, como explica Ellis, “na Freqüência Global, nós mesmos nos salvamos”. (...) A maior parte dos desafios vem, apropriadamente, dos destroços deixados para trás pelo colapso do complexo industrial-militar e o fim da guerra fria – “as coisas ruins e malucas das quais o público nunca soube”. Em outras palavras, os soldados cidadãos utilizam o conhecimento distribuído para superar os perigos do sigilo do governo.
“Soldados cidadãos” é a melhor descrição do cenário de ficção científica que Ellis imagina em Freqüência Global. Se podemos unir nossas cabeças e nossos diferentes conhecimentos em fóruns de discussão – eu entendo de gibis, você entende de Física, ele estuda narrativas heróicas, o outro cara ouviu os produtores conversando num bar - para descobrir o fim de Lost, também poderíamos usar este método para salvar o mundo de ataques terroristas, de desastres naturais, de políticos e suas guerras. Na cultura participativa, minha inteligência combina-se com a inteligência em rede dos meus colegas para transformar o planeta.

John Rogers, produtor e roteirista da malfadada série de TV baseada em Freqüência Global – cuja ascensão e queda você encontra via Google ou no livro de Jenkins -, conta em seu blog uma amostra do poder da idéia de Ellis. É uma história da gravação do único episódio da série, que nunca foi ao ar mas está disponível nos porões da Internet. É a adaptação da primeira história da HQ, já publicada na Pixel Magazine.

Há uma seqüência na qual Aleph coloca todo mundo na Freqüência e eles descobrem qual é o problema. Todos os experts-cidadãos contribuindo para salvar vidas de estranhos. Para ter uma idéia da situação, todos os atores aceitaram vir à gravação às 3 da manhã, e fazer seus papéis ao vivo. Então aconteceu como no gibi: fizemos o chamado, as pessoas responderam, suas vozes aparecendo, todas de uma vez, um longo take sem falhas... como se tudo fosse real.

Foi incrível, um destes momentos alquímicos onde aquilo deixou de ser televisão, deixou de ser performance, e realmente nos colocou em outro mundo.

Nelson diz “corta”. Entro no set e percebo um estranho silêncio. O elenco e a equipe técnica estão assustados. Algumas pessoas estão se segurando. Eu ouço um soluço. Me viro para uma menina da produção e digo “Ei, tudo bem? O que há?”.

E ela se desmancha em lágrimas. “Eu... e se fosse de verdade? Não seria maravilhoso se as pessoas pudessem mesmo...” Ela não consegue falar, limpa os olhos. Sussurra: “Seria tão fantástico se fosse real.”

* * *

Freqüência Global foi publicada nos EUA entre 2002 e 2003. Warren Ellis, como todo bom escritor de ficção científica, captou e pôs no papel uma sensação cultural que estava apenas alguns anos à frente. A prova disso é que livros como Cultura da Convergência – e outros, como Smart Mobs, de Howard Rheingold (inédito no Brasil), e Wikinomics, de Don Tapscott e Anthony Williams (editora Nova Fronteira) - começaram a documentar e teorizar estas relações entre novas tecnologias e cultura participativa, que estamos vivendo, efetivamente, agora.

Em certo sentido, você está lendo a série atrasado. Ficção científica perde a graça quando estamos vivendo-a, não é mesmo? A melhor prova disto é que Ellis, embora tenha prometido, nunca retornou a Miranda Zero e à sua rede global de “soldados cidadãos”, deixando-os no limbo das grandes idéias dos quadrinhos.

Apesar disto, é importante reler Freqüência Global hoje. É um gibi, é uma ficção, mas tão calcada na realidade que parece um chamado para o que podemos fazer e o que podemos ser pelo mundo. É nestes momentos que a ficção científica atinge seu potencial máximo.

Já tentou-se publicar Freqüência Global duas vezes no Brasil. As duas faliram as editoras (não por culpa da série, é bom ficar claro). O jeito é pegar as duas coletâneas publicadas nos EUA:

Gaiman

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Perdi um deadline há pouco tempo. Perdi totalmente. Pela primeira vez em 25 anos suspirei e disse "não consigo fazer isso e não vou entregar a história". Já estava atrasada, eu estava pressionado pelo prazo, meu pai faleceu e de repente a história tinha virado um cadáver na página. Tinha gostado do estilo, mas não estava funcionando, e então, ao invés de deixar os editores malucos esperando uma história que nunca ia chegar, desisti e pedi desculpas, me questionando se conseguiria escrever ficção de novo.

Passei para outro deadline - um roteiro. Fluiu tranqüila e docemente, foi a coisa mais divertida que escrevi em muito tempo, todos os personagens fizeram o que eu queria que fizessem e a história ficou melhor do que eu ousava esperar.

Às vezes isso acontece. Você não escolhe o que vai funcionar. Você apenas faz o melhor que puder a cada vez. E você tenta fazer o que puder para aumentar as chances de que seja criada uma boa obra de arte.

E, às vezes - e isso vale tanto para autores quanto leitores - você tem sua vida. As pessoas do seu mundo adoecem ou morrem. Você se apaixona, ou se separa. Você muda de casa. Sua tia vem passar uns dias. Você aceitou um convite para uma palestra do outro lado do mundo há cinco anos, e de repente percebe que a palestra é amanhã. Seu último livro é lançado e os críticos detestaram e aí você fica sem vontade de escrever outro. Seu gato aprende a levitar e você necessita documentar e investigar o fato imediatamente. Os alces invadiram sua horta. Uma tempestade fritou seu HD e o backup...

E ter uma vida é bom para um escritor. É de lá que você tira sua matéria prima. Gostamos muito de parar e observá-la.

Isso é um trecho de uma resposta do Neil Gaiman a um fã que reclamou que outro escritor - e o próprio Gaiman, por tabela - estava demorando para continuar uma série de livros que ele gostava. Para resumir a velha discussão entre as obrigações do autor para com seus fãs, Gaiman pede até desculpas por ser bem direto: "[O escritor] is not your bitch." (não vale a pena traduzir).

Enfim. É uma das coisas mais inteligentes e divertidas que o Gaiman escreve em anos.

Van Hamme

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Enquanto formava-se em direito, engenharia, contabilidade e jornalismo em meados dos anos 1960, ele traduzia tiras de Peanuts e Blondie para os jornais franceses e belgas. Em 1968, enquanto viajava o mundo como gerente de marketing da U.S. Steel, o sr. Van Hamme começou a rabiscar uma ou duas histórias por ano para revistas em quadrinhos belgas, por hobby.

Esse é o Jean Van Hamme, escritor de quadrinhos belga. Fico pensando quando é que vou poder começar a ter uma vida interessante assim. Ou se isso não é privilégio dos europeus.

Departamento de Aquisições

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Desses, já acabei pegando para ler Skim e Ho!. Não gostei muito do primeiro. Já o segundo tem por intenção provocar seu estômago e seu respeito pela liberdade de expressão - e quase conseguiu mexer comigo.

Ware

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Quimby The Mouse from This American Life on Vimeo.

Ware animado, com trilha do Andrew Bird. O mundo não fica melhor que isso.

Blankets

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Minha primeira tradução. Primeira vez que estou vendo a capa.

Sai este mês, vai custar R$ 49 ou menos, é excelente e você vai comprar.

Eu escrevo pro Omelete

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Oswalt

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Tenho uma patota de amigos que está tendo bebês em um intervalo de poucas semanas. Uma amiga nossa notou que todos foram concebidos no final de julho ou início de agosto - durante ou depois da San Diego Comic-Con. Ela disse "vocês viram uma gatinha vestida de Mulher Maravilha, ficaram bem excitadinhos e aí foram fazer bebês nas esposas."

O que considerei uma grosseria. E ingenuidade. Nenhum de nós usaria as Varinhas da Concepção depois de ver uma fangirl rechonchuda andando de roupinha apertada e bustiê.

O que ligou nossas Espadas de Aço Hanzo Geradoras da Vida foi o primeiro trailer do novo EXTERMINADOR DO FUTURO.

Patton Oswalt teve uma filha. Ela nasceu no dia da estréia de Crank 2. Nerd de bom coração, ele só foi ao cinema no dia seguinte.

Perec

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Chegou. Tá aqui. De verdade. Na minha frente.

vida-mododeusar.jpg

Foi o Fábio Fernandes que me falou de A Vida: Modo de Usar vários anos atrás, quando eu estava pegando dicas de tradução com ele depois de ler alguma coisa do Alain de Botton. Só o título já me deu várias idéias. Saber que o Perec era gênio-louco só colaborou.

Acabei lendo somente no mestrado, quando encontrei ele na biblioteca da Unisinos e tinha apenas 500 páginas de coisas chatas para ler por semana. É quando você mais precisa ler que você mais lê o que não precisa. Me dava o luxo de um capítulo por dia, no intervalo das leituras de pesquisa. Ok, às vezes eram três. Até falei da leitura no blog, no fim de 2004.

Desde aquela época, já sabia que o livro era esgotado. Edição da Companhia das Letras de 1991, parece que nunca foi reimpresso. Era a primeira busca cada vez que eu entrava em um sebo, em todas as cidades em que fui. Quando o atendente conhecia, dizia que realmente era um livro difícil.

(Aliás, antes que eu me esqueça: obrigado a todo mundo que procurou o livro para mim em suas próprias visitas a sebos. Podem descansar agora.)

Quando conheci o Estante Virtual, óbvio que foi minha primeira busca. Claro que encontrei. Só que não existia nenhum exemplar por menos de R$ 100. Alias, ainda não existe. As pessoas lá geralmente sabem o valor do que tem nas mãos.

Mas confio na "esperança de sebo", aquela sensação de que você vai entrar em um lugar onde os caras vêem livro apenas como papel e vendem pelo peso, sem saber que estão diante de coisas raríssimas. Então cadastrei minha busca no "Golem" (não sei por que dão esse nome; obsessão judaica?) da Estante Virtual e, por um ano, recebi avisos de novos exemplares de Vida: Modo de Usar que eram cadastrados no site. Todos acima de R$ 100, sempre. Alguns faziam questão de me lembrar que era "livro raro, esgotado, edição única".

Uma vez chegou um resultado com preço por volta de R$ 35. Cliquei para comprar e já tinha sido levado. Alguém foi mais rápido.

Semana passada chegou outro resultado do Golem. E não acreditei quando li R$ 25. E não acreditei quando segui o link, entrei no site, comprei e esperei informações pro depósito (isso tudo em questão de 20 segundos; entrei em automático). E não acreditei quando fiz o depósito (R$ 30,25, com o envio). E não acreditei quando o sebo, de São José dos Campos, confirmou o envio.

Chegou. Tá aqui. De verdade. Na minha frente. As páginas estão sujas e a lombada tomou sol constante nos últimos 18 anos. Tem cheiro de sebo, dos fortes. E mesmo que eu saiba que a Companhia das Letras vai relançar A Vida: Modo de Usar em formato pocket no ano que vem, EU TENHO O MEU ORIGINAL.

Com licença, vou reler.

[Obs.: Isto não é um post pago. Mas pode ser, claro. Estante Virtual, quer me dar um vale-compras?]

Shakespeare & Bensimon

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Via Leituras do Dia, cheguei nessa matéria da Carol Bensimon sobre a Shakespeare & Company.

(Falando nisso, estou há semanas para escrever sobre o Leituras do Dia: que leio o blog há uns sete, oito anos, que é o lugar que faz a seleção para eu não ter que ler toda a Bravo, toda a New Yorker, toda a New Scientist e toda a Timeout, entre vários outras, e que acabaria não lendo nada dessas revistas se não fosse pelo Rodolfo. Parafraseando o David Remnick (acho), é blog para quem não mexe os lábios quando lê.)

Então, a Shakespeare & Company. A matéria trouxe memórias. Óbvio que fui lá mais de uma vez durante os cinco dias em Paris, em janeiro. A primeira seguindo o mapa, dando uma volta complicada para descobrir que ela ficava a três quadras do hotel. A segunda, depois que decidi acabar rapidinho o What is the What, que estava lendo desde o início da viagem, para deixar na livraria.

Sim, eu quis dar um livro à Shakespeare & Company, ao invés de comprar um. Afinal, todo mundo faz isso.

Eu queria explicar meu desejo-literário-invertido no caixa. A Marcela me convenceu a só largar o livro numa estante. Anotei minhas intenções e meu e-mail na folha de rosto e deixei perto da parte de quadrinhos (sim, a Shakespeare & Company tem quadrinhos - inclusive com uma observação na prateleira (do Whitman?) sobre como começou a dar valor a HQs depois de ler Persepolis).

Meio como expiação, comprei um livro (The Book Lover, seleções de literatura pela Ali Smith). O cara do caixa estava ouvindo bossa nova. Seco, olhou para meu cartão de crédito e disse "your card is Brazilian". Respondi "yeah, your music too". Acho que ele não gostou: "yes, I know it is Brazilian". Só complicou mais meu sentimento de incompreensão semiótica-cultural de toda a viagem.

Uma semana depois, recebi e-mail de uma Kristobel Harding, que encontrou o What is the What na livraria e disse que ela e o caixa acharam a brincadeira divertidíssima. Estava em dúvida se, depois de ler, devia deixar o mesmo livro lá ou em alguma outra livraria (ela estava indo para Praga), ou mesmo se podia criar uma corrente deixando outro livro. Até hoje não respondi esse e-mail - acho que ainda estou pensando na resposta certa.

* * *

Falando de e-mails, de livros e da matéria, também lembrei que, ano passado, comprei o livro da Carol Bensimon direto da própria. Já lia-a no kevin arnold para dois fazia uns anos. Falamos por e-mail, fiz o depósito e ela avisou que ia postar o livro logo antes da sua banca de dissertação. Até dei o conselho que a resposta padrão na banca é "concordo com sua observação, professor, mas acredito que isto renderia uma nova pesquisa e foge dos meus objetivos".

E agora lá está ela, em Paris, fazendo doutorado, acabando primeiro romance e escrevendo matérias pra Bravo sobre a Shakespeare & Company. Sei que a gente tem que aceitar essas coisas como normais hoje em dia, mas ainda acho bizarro isso de falar de tão perto, até dando conselhos, com gente que você admira.

Departamento de Aquisições

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Damages e os arroz de série

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Damages, segunda temporada, terminou e o final da história parece mais remendado que a cara da Glenn Close. O flash-forward que abria e fechava todos os episódios, só com um vislumbre do que ia acontecer no final, e que era sensacional no clima de suspense e na atuação da Rose Byrne, acabou virando uma pegadinha com a audiência.

Mas, enfim, não quero falar do fim de Damages. Quero falar do Darrell Hammond.

Ele é o cara do Saturday Night Live que fazia o Bill Clinton - e qualquer outro personagem que precisasse falar asneira sem mexer um músculo do rosto. Nessa segunda temporada do Damages, colocaram ele para fazer papel dramático.

Um assassino.

Sim, você fica anos vendo ele fazer piadas, com aquela cara que, quando está séria, você sabe que a piada é boa, e de repente vê a mesma cara no papel de um assassino. Não só um assassino, um psicopata, daqueles que não mexe um músculo do rosto enquanto estrangula mulherzinha indefesa. Meio o Kevin Spacey do Seven.

E agora eu não consigo assistir o Saturday Night Live sem achar que o cara é um maníaco psicopata que está lambendo os beiços pra matar cada ator do esquete.

Outro cara com quem sofro do mesmo problema é o David Costabile. No Damages, ele é um policial corrupto da mesma escola do Hammond: amoral, calculista, sem qualquer abalo pelos tiros que dá ou quem manda matar.

E, no Flight of the Conchords, ele é Doug, o marido-banana da Mel

Esse cara merecia um videozinho revelando que Doug é só a vida paralela do Detetive Rick Messer. Se eu soubesse mexer em algum editor de vídeo, certamente faria.

Na verdade, esse é um problema recorrente das séries de TV. Quase todos os maridos das Desperate Housewives já foram inimigos ou parceiros do Jack Bauer, a Kristin Chenoweth faz o mesmo papel no West Wing e no Pushing Daisies e a Marcela sempre lembra que o Charlie Salinger chorava tanto quanto o Dr. Jack Shephard. Dos atores de The Wire nem dá pra falar, com a dispersão por todos seriados de todas as emissoras em papéis quase idênticos (Fringe, The Office, 90210, o próprio Damages). E quem nunca foi paciente do House?

Bom, o Evan Handler não foi. Mas ele já é:

Marido da Charlotte.

Alucinação do Hurley.

Agente do Hank Moody.

E advogado-de-direitos-humanos-enchendo-o-saco-do-Jack-Bauer.

Além de ter sido roteirista no Studio 60 on the Sunset Strip, chefinho em uma série que nunca vi (Hot Properties) e speechwriter no West Wing e quinhentas outras coisas.

Com tempo e um programa de edição for dummies, eu montaria uma série só para revelar o universo paralelo que absorve os acontecimentos de todas as séries, onde a gente descobre que cada ator faz um único papel: o de coadjuvante de seriado. Um dia.

Departamento de Aquisições

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Mudou o sistema das tools do LibraryThing. Não consegui colocar todos os livros.

Enfim: apostando em novos mangás (Homunculus e Nana), tentando seguir coleção de outros (talvez tenha conseguido Dr. Slump do ponto onde a Conrad parou), completando coleção de Love & Rockets e umas outras coisas.

Gurewitch

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Não acho que sejam necessariamente assuntos com os quais tenho afinidade. Acho que o que gosto na PBF [Perry Bible Fellowship] é seu método de comunicação. Desvirtuar os níveis de comunicação, bem no final, ou fazendo com que a tira tenha que ser relida, é algo que me atrai. Geralmente consigo isso garantindo que cada história tenha algum elemento poderoso. Com sexualidade ou violência, não tem erro. Não são coisas que eu aprecie como pessoa - mas são muito úteis quando você quer levar informação até as pessoas.

Nicolas Gurewitch, aqui.

Tenho lido outras entrevistas do cara. Me impressiona essa ética de artista de não ter muita pressa em produzir, de não se importar que o produto dele tá em alta demanda, e querer passar três dias maturando uma técnica de desenho nova para aplicar em apenas uma página.

Sendak+Jonze+Eggers

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Não consegui fazer mais nada hoje, depois que vi esse trailer. Como o Hessel me disse depois, só dá pra ficar colocando no repeat.

O último trailer que chegou perto de me fazer isso: o de Everything is Illuminated.

Morrison de novo

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Nós desconstruímos nossos ícones. Sabemos que políticos são mentirosos filhos da puta, que astros da TV são viciados em coca, que os atores bonitos são travecos malucos e que as lindas supermodelos são bulímicas, neuróticas e caóticas. Sabemos que nossos comediantes prediletos vão virar alcoólatras pervertidos ou deprimidos suicidas. Nossos reality shows colocaram um espelho escaldante diante das nossas caras de babuíno e das nossas obsessões óbvias e ridículas pela sujeira mais baixa e a fofoca mais inútil.

Sabemos que acabamos com a atmosfera e que matamos os doces ursos polares e nem temos mais energia para sentir culpa. Deixa os pedófilos levarem as crianças. Não há mais a quem recorrer ou culpar fora, paradoxalmente, aqueles caras levemente medievais que começaram a revolução industrial. No que resta acreditar? O único homem de verdadeira moral, de verdadeiro coração que nos resta é um personagem fictício dos quadrinhos! Os únicos modelos seculares a serem seguidos em uma cultura progressista, responsável, racional-científica e iluminada são... Kal-El, de Krypton, mais conhecido como Superman, e seus descendentes multicoloridos.

(...)

Superman é nós mesmos, nos nossos sonhos. Ele vive nossas vidas, mas de forma épica.


Grant Morrison na Wired.

Morrison

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SEAGUY é um super-herói em roupa de mergulho que odeia o mar e não tem superpoderes. Que ironia. Só o ridículo da ideia já faz a gente rir... e muito. Então, quem é Seaguy e qual é o seu propósito?

Ótima pergunta! Quem somos nós e qual é o nosso propósito?

Grosso modo, Seaguy é um jovem que quer muito ser um herói, mas está preso em um mundo "perfeito" que não precisa de heróis. Seu propósito é encontrar um papel significativo para si em um mundo onde todos são especiais. Ele também quer chamar atenção da guerreira Mulher-Barbada, por quem é apaixonado, mas a quem nunca consegue dirigir uma palavra.

Ele é o primeiro "super-herói" a realmente encarnar as preocupações do século 21.

Maravilhosa entrevista com o Grant Morrison.

Eggers

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Ok, mais um filme-escrito-por-alguém-de-quem-sou-fã-como-escritor-mas-acabo-descobrindo-que-não-funciona-como-roteirista-e-não-só-eu-descubro-mas-todo-mundo-e-então-ninguém-assiste-no-cinema-lá-nos-EUA-e-aí-vai-direto-para-dvd-no-Brasil-com-título-tipo-"Grávidos-em-Apuros"-e-eu-baixo-e-só-tenho-vontade-de-assistir-daqui-uns-dois-três-anos.

Também encaixa-se na categoria ator-de-sitcom-barbudo-para-ficar-indie.

Bom, é Dave Eggers e Sam Mendes. Talvez não afunde tanto.

Ware

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Isso saiu na contracapa da Acme Novelty Library #3, de anos atrás. Esses dias reencontrei. É brilhante.

Departamento de Aquisições

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Completei minha coleção do Tintim!

Comecei duas coleções do Urasawa!

Vou tentar acompanhar a MOME!

And: SCOTT PILGRIM!!

(O esquema abaixo não aparece no seu feed:)

iPod Touch HD

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Não é o seu que é pequeno. Todas as fotos são montagens.

Agora, que vai aparecer alguma coisa parecida com isso em breve, VAI. E tenho que começar a economizar dinheiro, porque vou ser o primeiro da fila.

Pra ler gibi, óbvio.

Damages

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Por que os criadores, roteiristas, produtores de seriados gostam de aparecer nos seus próprios seriados? Descobri agora que o agente do FBI LJ Werner, do Damages, é o co-criador do seriado Glenn Kessler (aqui). E o parceiro dele, claro, é o Mario Van Peebles, estrela de filmes B nos anos 90 que virou diretor de seriados.

Sei que em The Office metade do cast também é roteirista. E li os créditos do último United States of Tara e vi que o gordinho malandro colega do marido da Tara é o Patton Oswalt. Sai mais barato colocar gente da produção atuando?

Falando em Damages, o flash-forward dessa segunda temporada é muito, muito bom.

Pro Omelete

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Tudo do mês passado até hoje:

Mais interessantes:
Conrad vendida para IBEP/Companhia Nacional - Entrevista com o Rogério de Campos
Brian Wood pode vir para a FIQ - FIQ confirma Brian Wood e Guy Delisle
Homem-Aranha com Obama é o gibi mais vendido do século - e sai esse mês no Brasil (aliás, você não acha essa matéria aqui muito parecida com a do Omelete?)
David Lynch estrela curta de diretor brasileiro -
Lançamentos nos EUA: 12/02
Alan Moore desanca cinema e HQs - capítulo XVVXIVLX + parte LXVXIXIXLLLXCC
Lá Fora: I Kill Giants, Marvels: Eye of the Camera, Secret Warriors
Lançamentos nos EUA: 19/02
Lançamentos nos EUA: 26/2
Apple pode lançar leitor eletrônico para quadrinhos - e já tem até graphic novel do Will Eisner pra iPhone
Lançamentos nos EUA: 05/3
Fã cria versão em desenho animado infantil de Watchmen
New York Times lança listas dedicadas a quadrinhos best-sellers

Dia-a-dia:
Mais Hideshi Hino no Brasil
Marvel 2009 de volta
Preview da última Final Crisis
Neil Gaiman ganha prêmio
DC não vai mostrar Obama
Conflito de volta aos X-Men
Roteiristas começam a revelar segredos de nova fase do Homem-Aranha
MAD dos EUA deixa de ser mensal
Ultimate Spider-Man cancelada
Quatro novos livros sobre quadrinhos chegam às livrarias
Aplicativo de leitura de quadrinhos no iPhone ganha primeira HQ
Mangá de Speed Racer sairá finalmente no Brasil
Mark Waid anuncia nova série promissora sobre super-herói
HQ de Benjamin Button sai no Brasil
Grant Morrison defende-se de Final Crisis
Os Bastidores de Watchmen
Autores mostram preview de Batwoman
Festival de Angoulême premia Pinóquio e O Pequeno Príncipe em quadrinhos
Concorrência forte na lista das HQs mais vendidas nos EUA em dezembro
Nova Liga Extraordinária
Neil Gaiman escreve Metamorfo
Panini em fevereiro
Preview do novo Scott Pilgrim
Morre criador do Playmobil
Que música Superman canta para Darkseid em Final Crisis?
Grant Morrison confirma que voltará a Batman ainda este ano
Todd McFarlane volta a desenhar - bom, mais ou menos
Martha Washington vai ganhar edição completa
DC na NY Comic Con
Marvel na NY Comic Con
Powers vai virar série de TV e voltar a sair em HQ
Marvel e o destino dos Ultimates
Novidades dos X-Men para 2009
HQ de Star Wars volta a sair no Brasil
Sherlock Holmes em quadrinhos
Michael Chiklis quer fazer quadrinhos
Vertigo vai investir em graphic novels
Rafael Grampá mostra estátuas de personagens de Mesmo Delivery
Marvel tem projeto especial para comemorar 70 anos
Vingadores x Dark Avengers
Frank Quitely no Batman?
Versão definitiva de Watchmen em pré-vendas nas livrarias
Eisner Awards indica sul-americano a Hall da Fama
"Watchmen... E depois?"
Motion Comic dos X-Men
The Walking Dead em ediçãozona
Homem-Animal de volta às HQs
Pablo Picasso e Georges Braque em nova HQ
Duas HQs parodiam Watchmen
A campanha da Marvel para Dark Reign
Marvel tem lucro recorde em 2008
Panini lança 2 graphic novels do Coringa
Desenhos de Art Spiegelman viram animação para promover livro
Obama versus Osama em Savage Dragon
Autor de quadrinhos processa Zohan: O Agente Bom de Corte por plágio
Herogasm!
DC na Wondercon
Marvel na Wondercon
Greg Capullo volta a desenhar Spawn
Artista brasileiro adapta trabalho de Alan Moore e ganha elogio do escritor
Valsa com Bashir em HQ
Grafites de Watchmen começam a aparecer nas ruas de Nova York
Panini em março
Criador de Arrested Development faz desenho animado adulto para a Fox
Lançamento de A Leitura dos Quadrinhos em São Paulo
Marvel convida autores indie para antologia
Livro revela desenhos eróticos de co-criador do Superman
Fábio Moon e Gabriel Bá montam exposição na Daslu
Takehiko Inoue ganha prêmio do governo japonês
Lendas urbanas dos quadrinhos viram livro
Inventor lança submarino-tubarão baseado em álbum de Tintim

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