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<title>Social Media</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/</link>
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<dc:creator>raquel@pontomidia.com.br</dc:creator>
<dc:rights>Copyright 2008</dc:rights>
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<title>Mais contra o Projeto do Azeredo</title>
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<description>Recebi pela lista da Compós e repasso. A carta abaixo foi escrita pelos professores André Lemos (UFBA) e Sergio Amadeu (Cáper Líbero) e é um manifesto contra o projeto do Azeredo, como já discuti aqui, completamente absurdo e descabido. O Sérgio Amadeu explica que o projeto está previsto para ser votado no dia 09 de julho. Quem estiver de acordo e quiser assiná-la basta mandar um ok com o nome e a instituição para samadeu@gmail.com ou assinar no blog dele. Quem quiser ler o projeto, está aqui. (Os grifos do texto abaixo são meus.) MANIFESTO EM DEFESA DA LIBERDADE E DO PROGRESSO DO CONHECIMENTO NA INTERNET BRASILEIRA A Internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, permitindo um avanço planetário na maneira de produzir, distribuir e consumir conhecimento, seja ele escrito, imagético ou sonoro. Construída colaborativamente, a rede é uma das maiores expressões da diversidade cultural e da criatividade social do século XX. Descentralizada, a Internet baseia-se na interatividade e na possibilidade de todos tornarem-se produtores e não apenas consumidores de informação, como impera ainda na era das mídias de massa. Na Internet, a liberdade de criação de conteúdos alimenta, e é alimentada, pela liberdade de criação de novos formatos midiáticos, de novos programas, de novas tecnologias, de novas redes sociais. A liberdade é a base da criação do conhecimento. E ela está na base do desenvolvimento e da sobrevivência da Internet. A Internet é uma rede de redes, sempre em construção e coletiva. Ela é o palco de uma nova cultura humanista que coloca, pela primeira vez, a humanidade perante ela mesma ao oferecer oportunidades reais de comunicação entre os povos. E não falamos do futuro. Estamos falando do presente. Uma realidade com desigualdades regionais, mas planetária em seu crescimento. O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural. A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana. E nós brasileiros sabemos muito bem disso. A Internet oferece uma oportunidade ímpar a países periféricos e emergentes na nova sociedade da informação. Mesmo com todas as desigualdades sociais, nós, brasileiros, somo usuários criativos e expressivos na rede. Basta ver os números (IBOPE/NetRatings): somos mais de 22 milhões de usuários, em crescimento a cada mês; somos os usuários que mais ficam on-line no mundo: mais de 22h em média por mês. E notem que as categorias que mais crescem são, justamente, “Educação e Carreira”, ou seja, acesso à sites educacionais e profissionais. Devemos assim, estimular o uso e a democratização da Internet no Brasil. Necessitamos fazer crescer a rede, e não travá-la. Precisamos dar acesso a todos os brasileiros e estimulá-los a produzir conhecimento, cultura, e com isso poder melhorar suas condições de existência. Um projeto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral. O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância. Se, como diz o projeto de lei, é crime &quot;obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida&quot;, não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por &quot;cópia sem pedir autorização&quot; na memória “viva” (RAM) temporária do computador. Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comum dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog, também seria crime. O projeto, se aprovado, colocaria a prática do “blogging” na ilegalidade, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém! Se formos aplicar uma lei como essa as universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa já que ela progride ao &quot;transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado&quot;, “sem pedir a autorização dos autores&quot; (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos. O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos... Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum &quot;dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular&quot;? Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime. Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI. Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira. André Lemos, Prof. Associado da Faculdade de Comunicação da UFBA, Pesquisador 1 do CNPq. Sérgio Amadeu da Silveira, Prof. do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero, ativista do software livre. Update: Fernanda, Antoun, Mônica Schieck, José Maurício Alves da Silva, Adriana Amaral, Marcia Benetti e Caribé já assinaram lá no blog do Sérgio. Update II: O Caribé também fez uma petição online pelo veto ao projeto. Assinem! :-)...</description>
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<content:encoded><![CDATA[Recebi pela lista da Compós e repasso. A carta abaixo foi escrita pelos professores <a href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/" target=_blank>André Lemos</a> (UFBA) e <a href="http://samadeu.blogspot.com" target=_blank>Sergio Amadeu</a> (Cáper Líbero) e é um manifesto contra o projeto do Azeredo, como já discuti aqui, completamente absurdo e descabido. O Sérgio Amadeu explica que <b>o projeto está previsto para ser votado no dia 09 de julho</b>. Quem estiver de acordo e quiser assiná-la basta mandar um ok com o nome e a instituição para samadeu@gmail.com ou assinar no <a href="http://samadeu.blogspot.com/2008/07/manifesto-em-defesa-da-liberdade-e-do.html" target=_blank>blog dele</a>. Quem quiser ler o projeto, <a href="http://webthes.senado.gov.br/sil/Comissoes/Permanentes/CCJ/Pareceres/PLC2008061889.rtf" target=_blank>está aqui</a>. (Os grifos do texto abaixo são meus.)
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<b>MANIFESTO EM DEFESA DA LIBERDADE E DO PROGRESSO DO CONHECIMENTO NA INTERNET BRASILEIRA</b>
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A Internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, permitindo um avanço planetário na maneira de produzir, distribuir e consumir conhecimento, seja ele escrito, imagético ou sonoro. <b>Construída colaborativamente, a rede é uma das maiores expressões da diversidade cultural e da criatividade social do século XX</b>. Descentralizada, a Internet baseia-se na interatividade e na possibilidade de todos tornarem-se produtores e não apenas consumidores de informação, como impera ainda na era das mídias de massa. Na Internet, a liberdade de criação de conteúdos alimenta, e é alimentada, pela liberdade de criação de novos formatos midiáticos, de novos programas, de novas tecnologias, de novas redes sociais. <b>A liberdade é a base da criação do conhecimento</b>. E ela está na base do desenvolvimento e da sobrevivência da Internet.
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A Internet é uma rede de redes, sempre em construção e coletiva. Ela é o palco de uma nova cultura humanista que coloca, pela primeira vez, a humanidade perante ela mesma ao oferecer oportunidades reais de comunicação entre os povos. E não falamos do futuro. Estamos falando do presente. Uma realidade com desigualdades regionais, mas planetária em seu crescimento. O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. <b>O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural.</b>
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A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana. E nós brasileiros sabemos muito bem disso. A Internet oferece uma oportunidade ímpar a países periféricos e emergentes na nova sociedade da informação. Mesmo com todas as desigualdades sociais, nós, brasileiros, somo usuários criativos e expressivos na rede. Basta ver os números (IBOPE/NetRatings): somos mais de 22 milhões de usuários, em crescimento a cada mês; somos os usuários que mais ficam on-line no mundo: mais de 22h em média por mês. E notem que as categorias que mais crescem são, justamente, “Educação e Carreira”, ou seja, acesso à sites educacionais e profissionais. Devemos assim, estimular o uso e a democratização da Internet no Brasil.
<BR><BR>
<b>Necessitamos fazer crescer a rede, e não travá-la.</b> Precisamos dar acesso a todos os brasileiros e estimulá-los a produzir conhecimento, cultura, e com isso poder melhorar suas condições de existência. Um projeto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral.
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O <a href="http://webthes.senado.gov.br/sil/Comissoes/Permanentes/CCJ/Pareceres/PLC2008061889.rtf" target=_blank>Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo</a> quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, <b>colocando cada um como provável criminoso</b>. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o <a href="http://webthes.senado.gov.br/sil/Comissoes/Permanentes/CCJ/Pareceres/PLC2008061889.rtf" target=_blank>projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo</a> seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. <font size="+1"><b>Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância.</b></font> Se, como diz o projeto de lei, é crime "obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida", não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por "cópia sem pedir autorização" na memória “viva” (RAM) temporária do computador. <b>Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comum dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog, também seria crime.</b>
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O projeto, se aprovado, colocaria a <b>prática do “blogging” na ilegalidade</b>, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém! Se formos aplicar uma lei como essa as universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa já que ela progride ao "transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado", “sem pedir a autorização dos autores" (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos.
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<b>O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada</b>. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos... Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum "dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular"? Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime.
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<font size=+1><b>Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI.</b></font> Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira.
<BR><BR><BR>
<b>André Lemos</b>, Prof. Associado da Faculdade de Comunicação da UFBA, Pesquisador 1 do CNPq.
<BR><BR>
<b>Sérgio Amadeu da Silveira</b>, Prof. do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero, ativista do software livre.
<BR><BR>
<I>Update</i>: <a href="http://dispositivodevisibilidade.blogspot.com/" target=_blank>Fernanda</a>, <a href="http://governabilidade.blogspot.com/" target=_blank>Antoun</a>, Mônica Schieck, José Maurício Alves da Silva, <a href="http://palavrasecoisas.blogspot.com/" target=_blank>Adriana Amaral</a>, <a href="http://marciabenetti.blogspot.com/" target=_blank>Marcia Benetti</a> e <a href="http://entropia.blog.br/" target=_blank>Caribé</a> já assinaram lá no blog do Sérgio.
<BR><BR>
<i>Update II</i>: O <a href="http://entropia.blog.br/" target=_blank>Caribé</a> também fez uma <a href="http://www.petitiononline.com/veto2008/petition.html" target=_blank>petição online</a> pelo veto ao projeto. Assinem! :-)</p>
<p>
<a href="http://pontomidia.com.br/cgi-local/movabletype/mt-tb.cgi?__mode=view&entry_id=3735" onclick="OpenTrackback(this.href); return false">TrackBack (0)</a> | <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/mais_contra_o_projeto_do_azeredo.html#comments" title="Comment on: Mais contra o Projeto do Azeredo">Comentarios (2)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a href="http://www.gabilima.com">gabi</a> on 
jul  6, 2008  3:59 PM) 

se eles querem "harmonia com as tendencias internacionais" podiam mandar um medico na minha casa quando eu to doente por conta do governo.

I – dispositivo de comunicação: qualquer meio capaz de processar, armazenar, capturar ou transmitir dados utilizando-se de tecnologias magnéticas, óticas ou qualquer outra tecnologia;

melhor eu nao emprestar meu video cassete sem autorizacao do titular!!!</p>
<p>(<a href="http://pontomidia.com.br/raquel/">Raquel</a> on 
jul  6, 2008  4:03 PM) 

Gabi, é melhor nem ouvir mp3 no teu player. Terás que ter autorização pra isso ou incorrerás em crime. Não é legal? :P</p>
</description>
]]></content:encoded>
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<dc:date>2008-07-06T09:21:24-03:00</dc:date>
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<title>Blogagem Política Coletiva contra o Projeto do Azeredo</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/blogagem_politica_coletiva_contra_o_projeto_do_azeredo.html</link>
<description>O Caribé está liderando uma blogagem coletiva contra a censura na Internet. A idéia é chamar a atenção para os absurdos projetos de lei que têm circulado no Congresso Nacional, em especial, o projeto do Senador Azeredo. O dia da blogagem é 19 de julho e estão todos convidados a participar, escrevendo no seu blog um post a respeito do assunto. A idéia é seguir na campanha do Sergio Amadeu....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<img alt="contra.png" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/imagens/contra.png" width="148" height="72" border="0" align="left" />O <a href="http://entropia.blog.br/" target=_blank>Caribé</a> está liderando uma blogagem coletiva contra a censura na Internet. A idéia é chamar a atenção para os <a href="http://xocensura.wordpress.com/2008/07/05/chamada-para-o-dia-da-blogagem-politica/" target=_blank>absurdos projetos de lei</a> que têm circulado no Congresso Nacional, em especial, o <a href="http://webthes.senado.gov.br/sil/Comissoes/Permanentes/CCJ/Pareceres/PLC2008061889.rtf" target=_blank>projeto do Senador Azeredo</a>. O dia da blogagem é <b>19 de julho</b> e estão todos convidados a participar, escrevendo no seu blog um post a respeito do assunto. A idéia é seguir na campanha do <a href="http://samadeu.blogspot.com/" target=_blank>Sergio Amadeu</a>.</p>
<p>
<a href="http://pontomidia.com.br/cgi-local/movabletype/mt-tb.cgi?__mode=view&entry_id=3734" onclick="OpenTrackback(this.href); return false">TrackBack (0)</a> | <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/blogagem_politica_coletiva_contra_o_projeto_do_azeredo.html#comments" title="Comment on: Blogagem Política Coletiva contra o Projeto do Azeredo">Comentarios (1)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a href="http://tainalon.com">Tai</a> on 
jul  6, 2008  9:06 AM) 

Já estou até aquecendo os motores! :)</p>
</description>
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<dc:date>2008-07-05T14:33:44-03:00</dc:date>
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<title>Youtube, Viacom e a Privacidade na Internet</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/youtube_viacom_e_a_privacidade_na_internet.html</link>
<description>A blogosfera americana está em alas e o senador Azeredo, fazendo escola. Isso porque saiu ontem uma decisão judicial no processo entre a Viacom e o Google (a Viacom alega que o Youtube infringe direitos autorais), onde a corte simplesmente decidiu obrigar o último a entregar dados sobre todos os usuários do Youtube, incluindo user name, os IPs associados e uma lista de todos os vídeos que cada usuário assistiu durante toda a sua vida no sistema. A coisa é tão completamente absurda que lembra o Brasil e o projeto do qual falei abaixo. A decisão é uma ameaça ao direito à privacidade, uma vez que todos os dados de todos os usuários serão liberados, independentemente de quem tenha (ou não) infringido o direito autora da Viacom. Além disso, a grande questão que muitos levantam é o que diabos a Viacom pretende com esse tipo de dado (a matéria do Read Write Web menciona que querem apenas comprovar que o direito autoral está mesmo sendo infringido e não processar os usuários individualmente) - mas vamos e venhamos, essa lista será muito valiosa e escandalosamente perigosa para o indivíduo, pois conterá todos os hábitos de milhares de consumidores no sistema. Ou seja, a decisão simplesmente abre para a Viacom todo um espaço de ganho financeiro em cima da plataforma do Youtube, como analisa o pessoal do ZDNet. Mais do que isso, tal decisão gera um perigoso precedente (levando em conta que os EUA são regidos pelo direito consuetudinário) de cedência de dados que deveriam ser sigilosos a processos individuais como discute o artigo da Electronic Frontier Foundation. A análise da BBC discute a parcela de culpa do Google, que não ouviu o avisos de que os dados de IP são informações pessoais. O Fred Stutzman chama o caso de &quot;catástrofe&quot; na privacidade do Youtube. Resta saber agora, os rumos que o processo tomará no futuro. Big Brother is watching you. Learn to become invisible....</description>
<guid isPermaLink="false">3732@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[<img alt="youtube150.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/imagens/youtube150.jpg" width="150" height="60" border="0" align="left" />A blogosfera americana está em alas e o senador Azeredo, fazendo escola. Isso porque saiu ontem uma decisão judicial no processo entre a Viacom e o Google (a Viacom alega que o Youtube infringe direitos autorais), onde a corte simplesmente <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/viacom_youtube_user_data.php" target=_blank>decidiu obrigar o último a entregar dados sobre todos os usuários do Youtube</a>, incluindo user name, os IPs associados e <b>uma lista de todos os vídeos que cada usuário assistiu durante toda a sua vida no sistema</b>. A coisa é tão completamente absurda que lembra o Brasil e o projeto do qual falei abaixo. A decisão é uma ameaça ao direito à privacidade, uma vez que <b>todos os dados de todos os usuários</b> serão liberados, independentemente de quem tenha (ou não) infringido o direito autora da Viacom. Além disso, a grande questão que muitos levantam é o que diabos a Viacom pretende com esse tipo de dado (a <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/viacom_youtube_user_data.php" target=_blank>matéria do Read Write Web</a> menciona que querem apenas comprovar que o direito autoral está mesmo sendo infringido e não processar os usuários individualmente) - mas vamos e venhamos, essa lista será muito valiosa e escandalosamente perigosa para o indivíduo, pois conterá todos os hábitos de milhares de consumidores no sistema. Ou seja, a decisão simplesmente abre para a Viacom todo um espaço de ganho financeiro em cima da plataforma do Youtube, como analisa o pessoal do  <a href="http://blogs.zdnet.com/BTL/?p=9242" target=_blank>ZDNet</a>. Mais do que isso, tal decisão gera um perigoso precedente (levando em conta que os EUA são regidos pelo direito consuetudinário) de cedência de dados que deveriam ser sigilosos a processos individuais como discute o <a href="http://www.eff.org/deeplinks/2008/07/court-ruling-will-expose-viewing-habits-youtube-us" target=_blank>artigo da Electronic Frontier Foundation</a>. A <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/7488009.stm" target=_blank>análise da BBC</a> discute a parcela de culpa do Google, que não ouviu o avisos de que os dados de IP são informações pessoais. O <a href="http://chimprawk.blogspot.com/2008/07/youtubes-privacy-catastrophe.html" target=_blank>Fred Stutzman</a> chama o caso de "catástrofe" na privacidade do Youtube. Resta saber agora, os rumos que o processo tomará no futuro. <i>Big Brother is watching you. Learn to become invisible.</i></p>
<p>
<a href="http://pontomidia.com.br/cgi-local/movabletype/mt-tb.cgi?__mode=view&entry_id=3732" onclick="OpenTrackback(this.href); return false">TrackBack (0)</a> | <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/youtube_viacom_e_a_privacidade_na_internet.html#comments" title="Comment on: Youtube, Viacom e a Privacidade na Internet">Comentarios (0)</a></p> 
<p>Comentarios neste post:</p>

</description>
]]></content:encoded>
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<dc:date>2008-07-03T15:34:43-03:00</dc:date>
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<title>Estará o Twitter com os dias contados?</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/estara_o_twitter_com_os_dias_contados.html</link>
<description>O Twitter foi uma ferramenta pela qual não dei nada quando chegou. Mas acabou pegando, cresceu bastante (inclusive em português) e muito rápido. Em poucos meses, popularizou-se em várias línguas e em vários países e tornou-se sinônimo de microblogger. Em pouco tempo, o português tornou-se a 7a linguagem do sistema e o Brasil, um dos 10 países a utilizar mais o Twitter. O problema é que o Twitter, assim como o Orkut quando começou a crescer exponencialmente no Brasil, não estava preparado para o tráfego gerado por uma adoção massiva. E tão logo começou a crescer, começou a trancar. E o problema não é apenas no Brasil, mas pude comprovar twitando durante a Hypertext, que é global. Como resultado, o Twitter está fora do ar muitas vezes por dia e por muito tempo. E para tentar lidar com a instabilidade, seus engenheiros têm trancado as principais ferramentas sociais, como ver mensagens mais antigas e ler as mensagens diretamente enviadas para você (!!!!!). Com isso, é claro, o tráfego tem diminuído (vide o gráfico do Alexa abaixo). /* O principal uso do Twitter no Brasil, na minha opinião, é o social. As pessoas estão lá para interagir, criar conversações, ainda que assíncronas. Ser &quot;ouvidas&quot; e &quot;ouvir&quot; os outros. A &quot;audiência invisível&quot; (boyd, 2007) é essencial para a apropriação da ferramenta. A impressão de que se está em um espaço onde há outros que também estão em situações parecidas gera a identificação social da conversação. Assim, se a ferramenta não funciona para as trocas, cuja necessidade de feedback é maior e mais imediata, ela começa a perder sua utilidade social. E não vou nem mencionar a estratégia da companhia em trancar as ferramentas sociais (de que falei acima) como a pior coisa que poderiam fazer. Logo, a tendência é que as pessoas comecem a migrar e experimentar outros sistemas, como o Plurk e o Jaiku. Se uma massa crítica começar a sair, o Twitter vai sim, perder o bonde da história. Mas por que as pessoas sairiam do Twitter se não saíram do Orkut quando ele tinha os mesmos problemas? As diferenças entre os problemas do Twitter e do Orkut são enormes. A principal delas está no fato de que o Orkut não tinha concorrência quando começou a crescer no Brasil e apresentar problemas. Não havia para onde ir. O Twitter tem, e a concorrência é superior em termos de funcionalidades para o usuário. Ou seja, há para onde ir e os lugares alternativos são melhores. Com isso, a necessidade da companhia de melhorar a estabilidade do sistema é imensa. Assim, se alguns influenciadores começarem a sair e a levar suas redes sociais consigo - e a migração é uma tendência relativamente forte entre os usuários do sistema (como a MC já comentou)- o Twitter vai perder espaço no Brasil (e possivelmente, o movimento seja parecido em outros lugares do mundo). Claro, a migração não é automática. Mas o uso começa a diminuir (e, por conseqüência, o tráfego) até parar. Como a companhia parece ser incapaz de lidar com os problemas de tráfego, começo a acreditar que o Twitter está com os dias contados. Pelo menos, no Brasil....</description>
<guid isPermaLink="false">3731@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[<img alt="overtwitter.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/imagens/overtwitter.jpg" width="250" height="178" border="0" align="left" />O <a href="http://twitter.com" target=_blank>Twitter</a> foi uma ferramenta pela qual não dei nada quando chegou. Mas acabou pegando, cresceu bastante (inclusive em português) e muito rápido. Em poucos meses, popularizou-se em várias línguas e em vários países e tornou-se sinônimo de <b>microblogger</b>. Em pouco tempo, o português tornou-se a 7a linguagem do sistema e o Brasil, um dos 10 países a utilizar mais o Twitter. 
<BR><BR>
O problema é que o Twitter, assim como o Orkut quando começou a crescer exponencialmente no Brasil, não estava preparado para o tráfego gerado por uma adoção massiva. E tão logo começou a crescer, começou a trancar. E o problema não é apenas no Brasil, mas pude comprovar twitando durante a Hypertext, que é global. Como resultado, o Twitter está fora do ar muitas vezes por dia e por muito tempo. E para tentar lidar com a instabilidade, seus engenheiros têm trancado as principais ferramentas sociais, como ver mensagens mais antigas e ler as mensagens diretamente enviadas para você (!!!!!). Com isso, é claro, o tráfego tem diminuído (vide o gráfico do Alexa abaixo). 
<BR><BR>
<center>
<!-- Alexa Graph Widget from http://www.alexa.com/site/site_stats/signup -->
	
<script type="text/javascript" 
	src="http://widgets.alexa.com/traffic/javascript/graph.js"></script>
	
<script type="text/javascript">/*
<![CDATA[*/

   // USER-EDITABLE VARIABLES
   // enter up to 3 domains, separated by a space
   var sites      = ['twitter.com jaiku.com plurk.com']; 
   var opts = {
      width:      380,  // width in pixels (max 400)
      height:     300,  // height in pixels (max 300)
      type:       'r',  // "r" Reach, "n" Rank, "p" Page Views 
      range:      '6m', // "7d", "1m", "3m", "6m", "1y", "3y", "5y", "max" 
      bgcolor:    'e6f3fc' // hex value without "#" char (usually "e6f3fc")
   };
   // END USER-EDITABLE VARIABLES	
   AGraphManager.add( new AGraph(sites, opts) );
	
//]]></script>
	
<!-- end Alexa Graph Widget --></center>
<BR><BR>
O principal uso do Twitter no Brasil, na minha opinião, é o <b>social</b>. As pessoas estão lá para interagir, criar conversações, ainda que assíncronas. Ser "ouvidas" e "ouvir" os outros. A "audiência invisível" (<a href="http://www.danah.org/papers/WhyYouthHeart.pdf" target=_blank>boyd, 2007</a>) é essencial para a apropriação da ferramenta. A impressão de que se está em um espaço onde há outros que também estão em situações parecidas gera a identificação social da conversação. Assim, se a ferramenta não funciona para as trocas, cuja necessidade de <i>feedback</i> é maior e mais imediata, ela começa a perder sua <b>utilidade social</b>. E não vou nem mencionar a estratégia da companhia em <b>trancar as ferramentas sociais</b> (de que falei acima) como a pior coisa que poderiam fazer. Logo, a tendência é que as pessoas comecem a <b>migrar e experimentar outros sistemas</b>, como o <a href="http://www.plurk.com" target=_blank>Plurk</a> e o <a href="http://jaiku.com/" target=_blank>Jaiku</a>. Se uma massa crítica começar a sair, o Twitter vai sim, perder o bonde da história.
<BR><BR>
<b>Mas por que as pessoas sairiam do Twitter se não saíram do Orkut quando ele tinha os mesmos problemas?</b>
<BR><BR>
As diferenças entre os problemas do Twitter e do Orkut são enormes. A principal delas está no fato de que o Orkut não tinha concorrência quando começou a crescer no Brasil e apresentar problemas. Não havia para onde ir. O Twitter tem, e a concorrência <b>é superior</b> em termos de funcionalidades para o usuário. Ou seja, há para onde ir e os lugares alternativos são melhores. Com isso, a necessidade da companhia de melhorar a estabilidade do sistema é imensa. Assim, se alguns influenciadores começarem a sair e a levar suas redes sociais consigo - e a migração é uma tendência relativamente forte entre os usuários do sistema (como a <a href="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2008/05/29/processo-migratorio-obsessivo-compulsivo-frenetico-histeria-coletiva/" target=_blank>MC</a> já comentou)- o Twitter vai perder espaço no Brasil (e possivelmente, o movimento seja parecido em outros lugares do mundo). Claro, a migração não é automática. Mas o uso começa a diminuir (e, por conseqüência, o tráfego) até parar. 
<BR><BR>
Como a companhia parece ser incapaz de lidar com os problemas de tráfego, começo a acreditar que o Twitter está com os dias contados. Pelo menos, no Brasil.</p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

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<dc:date>2008-07-03T10:43:39-03:00</dc:date>
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<item>
<title>Drops de Quinta</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/drops_de_quinta.html</link>
<description># O Akshay Java fez um calendário de eventos a respeito de mídia social. Ali dá para ver quando e onde acontecerão vários workshops e congressos de mídias sociais. # Ainda em eventos, a ABCiber (Associação Brasileira de Cibercultura) divulgou uma chamada de trabalhos (link para a chamada no blog da Sandra, pois o site da Associação ainda não está no ar) para seu congresso em novembro. A proposta abrange vários tipos de trabalho, inclusive não- acadêmicos e de estudantes de graduação. O prazo para envio do resumo é 01/08. # Saiu a chamada de trabalhos para a WWW2009, que será em Madri em abril do ano que vem. A chamada de trabalhos ainda não está completa (embora já se tenha um deadline), mas no último ano teve um grupo especial de redes sociais e web 2.0. # O primeiro número do ano da Webology acaba de sair online. Há artigos sobre plágio na Rede, links, classificação na web e etc. No site também tem a chamada de trabalhos para o próximo número, cujo tema será Folksonomies, Taxonomies, Knowledge Organizartion, the Web and Search Engines (entre os vários temas, compreende também redes sociais). Deadline para 15/08. # Descobri um monte de free journals no site da Blackwell. Entre eles: Communication, Culture and Critique, o Communication Theory, o International Journal of Applied Linguistics, o Language and Linguistics Compass e o famoso Mind and Language. Vale dar uma pesquisada por lá....</description>
<guid isPermaLink="false">3729@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[# O <a href="http://socialmedia.typepad.com" target=_blank>Akshay Java</a> fez <a href="http://socialmedia.typepad.com/blog/2008/07/social-media-events-google-calendar.html" target=_blank>um calendário de eventos a respeito de mídia social</a>. Ali dá para ver quando e onde acontecerão vários workshops e congressos de mídias sociais. 
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# Ainda em eventos, a ABCiber (Associação Brasileira de Cibercultura) divulgou uma <a href="http://tekhne.blogspot.com/2008/06/ii-simpsio-nacional-da-abciber.html" target=_blank>chamada de trabalhos</a> (link para a chamada no blog da <a href="http://tekhne.blogspot.com/" target=_blank>Sandra</a>, pois o site da Associação ainda não está no ar) para seu congresso em novembro. A proposta abrange vários tipos de trabalho, inclusive não- acadêmicos e de estudantes de graduação. O prazo para envio do resumo é 01/08. 
<BR><BR>
# Saiu a chamada de trabalhos para a <a href="http://www2009.org/calls.html" target=_blank>WWW2009</a>, que será em Madri em abril do ano que vem. A chamada de trabalhos ainda não está completa (embora já se tenha um deadline), mas no último ano teve um <a href="http://www2008.org/CFP/RP-SN_and_Web2.html" target=_blank>grupo especial de redes sociais e web 2.0</a>.
<BR><BR>
# O primeiro número do ano da <a href="http://www.webology.ir/2008/v5n1/toc.html" target=_blank>Webology</a> acaba de sair online. Há artigos sobre plágio na Rede, links, classificação na web e etc. No site também tem a <a href="http://www.webology.ir/callforpapers.html" target=_blank>chamada de trabalhos</a> para o próximo número, cujo tema será <i>Folksonomies, Taxonomies, Knowledge Organizartion, the Web and Search Engines</i> (entre os vários temas, compreende também redes sociais). Deadline para 15/08.
<BR><BR>
# Descobri um monte de free journals no site da Blackwell. Entre eles: <a href="http://www3.interscience.wiley.com/journal/118902550/home" target=_blank>Communication, Culture and Critique</a>, o <a href="http://www3.interscience.wiley.com/journal/117990696/home" target=_blank>Communication Theory</a>, o <a href="http://www3.interscience.wiley.com/journal/118505198/home" target=_blank>International Journal of Applied Linguistics</a>, o <a href="http://www3.interscience.wiley.com/journal/118547136/home" target=_blank>Language and Linguistics Compass</a> e o famoso <a href="http://www3.interscience.wiley.com/journal/117998130/home" target=_blank>Mind and Language</a>. Vale dar uma pesquisada por lá.</p>
<p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

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<dc:date>2008-07-03T10:14:04-03:00</dc:date>
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<item>
<title>Diga não ao PCL 89/03</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/diga_nao_ao_pcl_8903.html</link>
<description>Estou absolutamente sem tempo para o blog. É uma montanha de deadlines, projetos, artigos e etc. que precisam ser terminados, revisados, enviados... Mas tirei alguns minutinhos para falar da campanha do Sérgio Amadeu contra o projeto de lei 89/03 (contra o qual me revoltei apenas no Twitter, agora é hora do blog). A campanha é contra o projeto de lei 89/03, um conjunto de medidas absurdas e sem sentido proposta pelo senador Eduardo Azeredo. A lei não apenas é absurda, ameaça a liberdade individual e o direito à privacidade, como igualmente criminaliza, por exemplo, o uso de músicas no mp3 player, a digitalização de livros e etc (o André Lemos comentou). Na verdade, o projeto é tão flagrantemente absurdo que ninguém jamais pensou que alguém em sã consciência e com um milímetro de bom senso fosse aprovar. Claro, não contávamos com a astúcia do Senado brasileiro. O blog do Sérgio Amadeu tem muito mais detalhes a respeito da lei e, por isso, vou abster-me de comentar mais. Basta saber que a campanha contra o projeto de lei, que já tem a adesão de muitos blogueiros pesquisadores, como a Adri Amaral e a Fernanda Bruno, também precisa do apoio de todos!...</description>
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<content:encoded><![CDATA[Estou absolutamente sem tempo para o blog. É uma montanha de deadlines, projetos, artigos e etc. que precisam ser terminados, revisados, enviados... Mas tirei alguns minutinhos para falar da <a href="http://samadeu.blogspot.com/" target=_blank>campanha do Sérgio Amadeu</a> contra o projeto de lei 89/03 (contra o qual me revoltei apenas no Twitter, agora é hora do blog).
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<img alt="banner_diganao.gif" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/imagens/banner_diganao.gif" width="120" height="240" border="0" />
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A campanha é contra o projeto de lei 89/03, um conjunto de medidas absurdas e sem sentido proposta pelo senador Eduardo Azeredo. A lei não apenas é absurda, ameaça a liberdade individual e o direito à privacidade, como igualmente criminaliza, por exemplo, o uso de músicas no mp3 player, a digitalização de livros e etc (o <a href="http://www.andrelemos.info/2008/06/projeto-de-lei-8903.html" target=_blank>André Lemos comentou</a>). Na verdade, o projeto é tão flagrantemente absurdo que ninguém jamais pensou que alguém em sã consciência e com um milímetro de bom senso fosse aprovar. Claro, não contávamos com a astúcia do Senado brasileiro. O blog do <a href="http://samadeu.blogspot.com/" target=_blank>Sérgio Amadeu</a> tem muito mais detalhes a respeito da lei e, por isso, vou abster-me de comentar mais. Basta saber que a campanha <b>contra o projeto de lei</b>, que já tem a adesão de muitos blogueiros pesquisadores, como a <a href="http://palavrasecoisas.blogspot.com/" target=_blank>Adri Amaral</a> e a <a href="http://dispositivodevisibilidade.blogspot.com/" target=_blank>Fernanda Bruno</a>, também precisa do apoio de todos!</p>
<p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a href="http://www.oblogdocapeta.blogspot.com">Everton Maciel</a> on 
jun 28, 2008 12:26 PM) 

"milímetro de bom sendo fosse aprovar"... o word tenta ser vidente. Isso é ruim.</p>
<p>(<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel">Raquel</a> on 
jun 29, 2008  8:35 AM) 

hahahahahahaha 
Boa, Everton!
(Seria um ótima desculpa se eu usasse word! :)</p>
<p>(<a href="http://nota-7.blogspot.com">falcao</a> on 
jun 29, 2008  2:46 PM) 

Bom, eu uso o word - mas os meus erros sao meus mesmo hehe.

Sobre a lei: a justiça brasileira (nao vou nem falar da politica, porque eh um iceberg que prefiro evitar) precisa de uma renovada de bom senso e de familiarizacao com novas tecnologias pra pararem de sancionar essas leis absurdas. Vide a proibição de Counter Strike e Everquest (que o sergio amadeu discutiu veementemente no blog tambem) com base em motivos absoluta - e absurdamente - efemeros. Me deixa triste, na verdade, ver que com toda essa quantidade de concursos - e a enxurrada de pessoas que os almeja, que deus os tenha hehe - ninguem toma uma posicao sequer sensivel aos usuarios de NT. paciencia. 

Sobre o Aoir: Ainda nao sei - to em processo de negociacao, resolvendo coisas politicas necessaria, mas acho que se tiver que tirar a passagem do bolso nao vai rolar (je suis aluno de mestrado, sabe como eh). O lance eh apelar e rezar para iniciativas governamentais mesmo - falta de vontade nao eh, ateh porque o congresso podia ser em chernobyl: eu reconheco a oportunidade quando ela me bate à porta. Meu deadline foi estendido tb, mas soh vi depois que postei. Pra mim, ótimo. Mais tempo pra ler mais e fazer uma coisa melhor. </p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-06-27T21:31:40-03:00</dc:date>
</item>
<item>
<title>Cellofourte</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/cellofourte.html</link>
<description>Não costumo falar muito de música neste blog, mas vou abrir uma exceção neste caso. Eu adoro música clássica e, quando estive em Pittsburgh, não pude perder a oportunidade de assistir a Orquestra Sinfônica da cidade. Daí, no dia em que eu fui, eles faziam uma apresentação de pops, ou seja, de arranjos pop, com uma apresentação especial do Chris Botti, no trompete. Todas as apresentações muito interessantes. Bom, mas a grande surpresa da noite foi uma apresentação especial de um grupo que está começando. Chama-se Cellofourte e é um grupo de quatro jovens violoncelistas que mescla rock e clássico. Fiquei muito impressionada, o som deles é muito bom e os quatro são muito, muito talentosos. Tem vários vídeos no Youtube (inclusive, a banda tem um perfil lá. Eles apresentaram algumas músicas do CD novo, que estão lançando, inclusive Combustion, da qual gostei bastante. Não consegui comprar o CD (estava muito atrolhado, aparentemente, eles fizeram muito sucesso)....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<img alt="cello.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/imagens/cello.jpg" width="150" height="224" border="0" align="left"/>Não costumo falar muito de música neste blog, mas vou abrir uma exceção neste caso. Eu adoro música clássica e, quando estive em Pittsburgh, não pude perder a oportunidade de assistir a <a href="http://www.pittsburghsymphony.org/pghsymph.nsf/home+page/home+page" target=_blank">Orquestra Sinfônica</a> da cidade. Daí, no dia em que eu fui, eles faziam uma apresentação de pops, ou seja, de arranjos pop, com uma apresentação especial do <a href="http://www.chrisbotti.com/site.html" target=_blank>Chris Botti</a>, no trompete. Todas as apresentações muito interessantes.
<BR><BR>
Bom, mas a grande surpresa da noite foi uma apresentação especial de um grupo que está começando. Chama-se <a href="http://www.cellofourte.net/" target=_blank>Cellofourte</a> e é um grupo de quatro jovens violoncelistas que mescla rock e clássico. Fiquei muito impressionada, o som deles é muito bom e os quatro são muito, muito talentosos. Tem vários vídeos no Youtube (inclusive, a banda tem um <a href="http://www.youtube.com/user/Cellofourte" target=_blank>perfil lá</a>. Eles apresentaram algumas músicas do CD novo, que estão lançando, inclusive <a href="http://www.youtube.com/watch?v=kn7xR4odDk8&feature=related" target=_blank>Combustion</a>, da qual gostei bastante. Não consegui comprar o CD (estava muito atrolhado, aparentemente, eles fizeram muito sucesso).</p>
<p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a href="http://www.brunomaestrini.com">bruno</a> on 
jun 25, 2008  8:59 AM) 

classico != erudito
achei eles mais pra rock do que classico hehe</p>
<p>(<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel">Raquel</a> on 
jun 25, 2008  9:04 AM) 

Oi Bruno!

Mas essa é a parte massa da proposta, a surpresa do rock no meio do concerto com violoncelos. :D E a proposta deles é misturar ambos mesmo. </p>
<p>(<a href="http://nota-7.blogspot.com">falcao</a> on 
jun 29, 2008  2:39 PM) 

Isso é que eu acho que falta por aí. Quando dão roupagem contemporanea à musica erudita, ela se torna muito mais "democratica" (no sentido de facilitar o acesso). 

Sempre me perguntei porque uma orquestra sinfonica brasileira nao fazia uma apresentacao especial tocando trilhas sonoras de blockbusters. Ia fazer o maior sucesso. (se tem por aih, me diz, eu nunca vi). </p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-06-24T21:25:12-03:00</dc:date>
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<item>
<title>HT 08 III</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/ht_08_iii.html</link>
<description>Hoje pela manhã tivemos duas sessões. A primeira que eu assisti foi a Social Linking II: Analysis and Modeling. A sessão foi muito interessante e totalmente focada em tags. O primeiro trabalho foi chamado The Very Small World of the Well-Connected, de Xiaolin Shi, Matthew Bonner, Lada Adamic e Anna Gilbert. Foi apresentado pelo Matthew (e ganhou o prêmio de best paper). Fundamentalmente, o paper é focado em nós muito conectados conectados e outros nós muito conectados. Bem interessante. O segundo paper foi An Epistemic Dynamic Model for Tagging Systems, de Klaas Dellschaft e Steffen Staab, focando um experimento de tags e a compreensão do comportamento do usuário que cria tags (simulação). O terceiro paper foi bastante polêmico e chamava-se Understanding the Efficiency of Social Tagging Systems using Information Theory, de Ed H. Chi e Todd Mytkowicz, discutindo a eficiência das tags diante da teoria da informação e da entropia. Todos bastante legais. Depois disso, veio a minha sessão, coordenada pelo Mark Bernstein, onde eu apresentei meu trabalho. Depois de mim, vieram o David Kolb, que apresentou dois trabalhos muito interessantes sobre teoria do hipertexto, Making Revisions Hyper-Visible e The Revenge of the Page e também do Michael A. Stefanone e do Derek Lackaff, We&apos;re All Stars Now: Reality Television, Web 2.0, and Mediated Identities que foi igualmente muito bom. No período da tarde, participei novamente como juri da escolha dos melhores papers, o que foi muito interessante, pois pude ver uma variedade de papers de várias áreas....</description>
<guid isPermaLink="false">3716@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[Hoje pela manhã tivemos duas sessões. A primeira que eu assisti foi a <a href="http://www.sigweb.org/ht08/sessions.html#3" target=_blank>Social Linking II: Analysis and Modeling</a>. A sessão foi muito interessante e totalmente focada em <b>tags</b>. <BR><BR>
O primeiro trabalho foi chamado <b>The Very Small World of the Well-Connected</b>, de Xiaolin Shi, Matthew Bonner, Lada Adamic e Anna Gilbert. Foi apresentado pelo Matthew (e ganhou o prêmio de best paper). Fundamentalmente, o paper é focado em nós muito conectados conectados e outros nós muito conectados. Bem interessante. O segundo paper foi <b>An Epistemic Dynamic Model for Tagging Systems</b>, de Klaas Dellschaft e Steffen Staab, focando um experimento de tags e a compreensão do comportamento do usuário que cria tags (simulação). O terceiro paper foi bastante polêmico e chamava-se <b>Understanding the Efficiency of Social Tagging Systems using Information Theory</b>, de Ed H. Chi e Todd Mytkowicz, discutindo a eficiência das tags diante da teoria da informação e da entropia. Todos bastante legais.
<BR><BR>
Depois disso, veio a minha sessão, coordenada pelo <a href="http://www.markbernstein.org/" target=_blank>Mark Bernstein</a>, onde  eu apresentei meu trabalho. Depois de mim, vieram o David Kolb, que apresentou dois trabalhos muito interessantes sobre teoria do hipertexto, <b>Making Revisions Hyper-Visible</b> e <b>The Revenge of the Page</b> e também do Michael A. Stefanone e do Derek Lackaff, <b>We're All Stars Now: Reality Television, Web 2.0, and Mediated Identities</b> que foi igualmente muito bom.
<BR><BR>
No período da tarde, participei novamente como juri da escolha dos melhores papers, o que foi muito interessante, pois pude ver uma variedade de papers de várias áreas.</p>
<p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a href="http://www.tekhne.bogspot.com">Sandra</a> on 
jun 24, 2008  2:41 PM) 

Que vontade de estar aí também...</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-06-21T18:55:47-03:00</dc:date>
</item>
<item>
<title>Keynote 2: Jon Kleinberg</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/keynote_2_jon_kleinberg.html</link>
<description>A segunda palestra do dia de ontem foi a do Jon Kleinberg. Ele focou bastante na teoria dos grafos e falou do &quot;efeito cascata&quot; (efeito da difusão de informações), analisando através de várias teorias, como isso acontece na Internet e como poderíamos prever tal efeito (muitas coisas deste paper).Esse assunto me interessa diretamente, embora eu não trabalhe com aplicações diretas da teoria dos grafos, mas ele mostrou vários experimentos interessantes. Após, passou a discutir a privacidade dos dados e dos usuários em grandes quantidades de dados (dados liberados para pesquisa) e os ataques a esses dados. Com isso, discutiu bastante a questão da privacidade e do anonimato nas pesquisas. Foi uma palestra bem interessante, especialmente a respeito das cascatas. E também foi bem legal ter a oportunidade de assistir porque o Kleinberg ganhou vários prêmios aqui pelo seu trabalho e é realmente conhecido....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<img alt="Kleinberg.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/imagens/Kleinberg.jpg" width="150" height="225" border="0" align="left"/>A segunda palestra do dia de ontem foi a do <a href="http://www.cs.cornell.edu/home/kleinber/" target=_blank>Jon Kleinberg</a>. Ele focou bastante na teoria dos grafos e falou do "efeito cascata" (efeito da difusão de informações), analisando através de várias teorias, como isso acontece na Internet e como poderíamos prever tal efeito (muitas coisas <a href="http://www.pnas.org/cgi/content/abstract/0708471105v1" target=_blank>deste paper</a>).Esse assunto me interessa diretamente, embora eu não trabalhe com aplicações diretas da teoria dos grafos, mas ele mostrou vários experimentos interessantes.
<BR><BR>
 Após, passou a discutir a privacidade dos dados e dos usuários em grandes quantidades de dados (dados liberados para pesquisa) e os ataques a esses dados. Com isso, discutiu bastante a questão da privacidade e do anonimato nas pesquisas. Foi uma palestra bem interessante, especialmente a respeito das cascatas. E também foi bem legal ter a oportunidade de assistir porque o Kleinberg ganhou vários prêmios aqui pelo seu trabalho e é realmente conhecido.</p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

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]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-06-21T09:51:13-03:00</dc:date>
</item>
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<title>HT 08 II</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/ht_08_ii.html</link>
<description>Hoje à tarde, vários trabalhos interessantes foram apresentados. Eu participei da sessão Social Linking I: Link Inference. Vários papers muito legais: Dynamic Prediction of Communication Flow Using Social Context, apresentado pela Munmun De Choudhury foi bem legal. Ela apresentou um trabalho quantitativo onde tenta determinar como as informacoes serao difundidas com base no contexto social. Correlating User Profiles From Multiple Folksonomies, apresentado pelo Martin Szomszor, versou sobre o uso de tags para a identificação de perfis. Measuring Social Networks with Digital Photograph Collections, do Scott Golder, mostrou uma forma de criar grafos de redes sociais a partir da analise de fotografias, predizendo laços a partir de quem aparece nas imagens publicadas pelos usuários. Também muito legal. :) Can Blog Communication Dynamics be correlated with Stock Market Activity?, novamente apresentado pela Munmun De Choudhury procurou relacionar padrões de informação observados em uma rede de blogs com os picos das ações das empresas comentadas na bolsa de valores. Ainda participei da avaliação da competição dos posters da Hypertext, que foi também muito legal. Foi uma ótima oportunidade de conhecer mais sobre os trabalhos dos alunos e de suas pesquisas, junto com o Mark Bernstein, o Stephen Hirtle, o Ethan Munson e o Frank Shipman, que também atuaram na banca....</description>
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<content:encoded><![CDATA[Hoje à tarde, vários trabalhos interessantes foram apresentados. Eu participei da sessão <a href="http://www.sigweb.org/ht08/sessions.html#2" target=_blank>Social Linking I: Link Inference</a>. Vários papers muito legais: 
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<blockquote>
<b>Dynamic Prediction of Communication Flow Using Social Context</b>, apresentado pela <a href="http://www.public.asu.edu/~mdechoud/" target=_blank>Munmun De Choudhury</a> foi bem legal. Ela apresentou um trabalho quantitativo onde tenta determinar como as informacoes serao difundidas com base no contexto social.
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<b>Correlating User Profiles From Multiple Folksonomies</b>, apresentado pelo <a href="http://www.ecs.soton.ac.uk/people/mns2" target=_blank>Martin Szomszor</a>, versou sobre o uso de tags para a identificação de perfis.
<BR><BR>
<b>Measuring Social Networks with Digital Photograph Collections</b>, do <a href="http://www.hpl.hp.com/personal/Scott_Golder/" target=_blank>Scott Golder</a>, mostrou uma forma de criar grafos de redes sociais a partir da analise de fotografias, predizendo laços a partir de quem aparece nas imagens publicadas pelos usuários. Também muito legal. :)
<BR><BR>
<b>Can Blog Communication Dynamics be correlated with Stock Market Activity?</b>, novamente apresentado pela <a href="http://www.public.asu.edu/~mdechoud/" target=_blank>Munmun De Choudhury</a> procurou relacionar padrões de informação observados em uma rede de blogs com os picos das ações das empresas comentadas na bolsa de valores. 
<BR><BR></blockquote>
Ainda participei da avaliação da competição dos posters da Hypertext, que foi também muito legal. Foi uma ótima oportunidade de conhecer mais sobre os trabalhos dos alunos e de suas pesquisas, junto com o <a href="http://www.markbernstein.org/" target=_blank>Mark Bernstein</a>, o <a href="http://www.pitt.edu/~hirtle/hirtle.html" target=_blank>Stephen Hirtle</a>, o <a href="http://www.cs.uwm.edu/~munson/" target=_blank>Ethan Munson</a> e o <a href="http://www.csdl.tamu.edu/shipman/" target=_blank>Frank Shipman</a>, que também atuaram na banca.</p>
<p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

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<dc:date>2008-06-20T17:58:10-03:00</dc:date>
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<item>
<title>Keynote 1: Bernardo Huberman</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/keynote_1_bernardo_huberman.html</link>
<description>O primeiro keynote de hoje foi o Bernardo Huberman, autor to The Laws of the Web. Ele falou sobre as dinâmicas dos fluxos de informação na Web. Ele focou principalmente na questão da Economia da Atenção, ou seja, discutindo a Web como um espaço com uma quantidade imensa de novas informações, o novo &quot;bem&quot; é a atenção e ela gera opiniões. (O blog do grupo do GJol andou discutindo o livro do Richard Lanham com o mesmo título). Falou de suas pesquisas anteriores, onde analisou as formas de difusão de informações na Web (o trabalho com a Lada Adamic, com o Dennis Wilkinson e com Fang Wu, falando de virais, da &quot;novidade&quot; e da cooperação). Assim, ele falou de como a partir desses trabalhos anteriores, seu interesse agora é estudar como se configura a atenção na Web enquanto fenômeno e valor social e como maximizá-la. O Huberman trabalha com pesquisas mais quantitativas e com uma grande quantidade de dados, assim, seu foco aqui é enfatizar a atenção e predizer o que irá conseguir a atenção das pessoas e o que não. Mostrou que a atenção não é uniformemente distribuída, mas que é possível maximizá-la aumentando o fator novidade, que tende a decair rapidamente na Rede. Também falou da opinião pública na Web e de como calculá-la. Vou chamar essa opinião de &quot;coletiva&quot;, uma vez que não sei se poderia ser classificada como pública. Discutiu dois pontos que eu achei bastante relevantes: Em um estudo sobre os reviews na Amazon, ele descobriu que quando não há custo de expressão de uma opinião, a coletividade tende a polarizá-las. Quando há custo, a tendência é que a opinião coletiva seja suavizada com o tempo, pois as pessoas apenas se expressam se discordam da mesma. Ou seja, o que ele implica com isso é que a ferramenta tecnológica pode influenciar o modo através do qual a opinião coletiva se exprime, o que pode não necessariamente revelar tendências de opinião. Isso seria uma conseqüência direta da busca pela influência (que eu chamaria de capital social). Achei especialmente relevante a noção do custo e do ganho social que ele expressou como determinante para as opiniões (falo disso nos meus artigos sobre capital social). A palestra foi ótima e o Bernardo é muito simpático (me disse que é argentino). Aqui várias discussões apareceram com base naquilo que ele disse e nos seus estudos....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<img alt="huberman.jpg" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/imagens/huberman.jpg" width="150" height="225" border="0" align="left"/>O primeiro keynote de hoje foi o <a href="http://www.hpl.hp.com/research/idl/people/huberman/" target=_blank>Bernardo Huberman</a>, autor to <a href="ttp://mitpress.mit.edu/catalog/item/default.asp?sid=79F658D2-4F1C-4DF2-AEF2-E0BD15D7B256&ttype=2&tid=8498" target=_blank>The Laws of the Web</a>. Ele falou sobre as dinâmicas dos fluxos de informação na Web. Ele focou principalmente na questão da Economia da Atenção, ou seja, discutindo a Web como um espaço com uma quantidade imensa de novas informações, o novo "bem" é a atenção e ela gera opiniões. (O <a href="logspot.com/" target=_blank>blog do grupo do GJol</a> andou discutindo o <a href="http://www.amazon.com/Economics-Attention-Style-Substance-Information/dp/0226468828" target=_blank>livro do Richard Lanham</a> com o mesmo título). Falou de suas <a href="http://www.parc.com/research/publications/results.php?author=378" target=_blank>pesquisas anteriores</a>, onde analisou as formas de difusão de informações na Web (o trabalho com a Lada Adamic, com o Dennis Wilkinson e com Fang Wu, falando de virais, da "novidade" e da cooperação). Assim, ele falou de como a partir desses trabalhos anteriores, seu interesse agora é estudar como se configura a atenção na Web enquanto fenômeno e valor social e como maximizá-la. O Huberman trabalha com pesquisas mais quantitativas e com uma grande quantidade de dados, assim, seu foco aqui é enfatizar a atenção e predizer o que irá conseguir a atenção das pessoas e o que não. Mostrou que a atenção não é uniformemente distribuída, mas que é possível maximizá-la aumentando o fator novidade, que tende a decair rapidamente na Rede. 
<BR><BR>
Também falou da opinião pública na Web e de como calculá-la. Vou chamar essa opinião de "coletiva", uma vez que não sei se poderia ser classificada como pública. Discutiu dois pontos que eu achei bastante relevantes: Em um estudo sobre os reviews na Amazon, ele descobriu que quando <b>não há custo de expressão de uma opinião</b>, a coletividade tende a <b>polarizá-las</b>. Quando <b>há custo</b>, a tendência é que a <b>opinião coletiva seja suavizada</b> com o tempo, pois as pessoas apenas se expressam se discordam da mesma. Ou seja, o que ele implica com isso é que a <b>ferramenta tecnológica</b> pode influenciar o modo através do qual a opinião coletiva se exprime</b>, o que pode não necessariamente revelar tendências de opinião. Isso seria uma conseqüência direta da busca pela <b>influência</b> (que eu chamaria de capital social). Achei especialmente relevante a noção do custo e do ganho social que ele expressou como determinante para as opiniões (falo disso nos meus artigos sobre capital social). 
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A palestra foi ótima e o Bernardo é muito simpático (me disse que é argentino). Aqui várias discussões apareceram com base naquilo que ele disse e nos seus estudos.</p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a href="http://www.tekhne.blogspot.com">Sandra</a> on 
jun 24, 2008  2:39 PM) 

Legal, Raquel! Um aluno meu vai escrever no seu TCC sobre capital social e seus possíveis usos em redes temáticas para anunciantes. Estou bem curiosa e vou te acionar oportunamente. Bjs e aproveita tudo! </p>
<p>(<a href="http://www.midiasdigitais.org">Suely</a> on 
jun 27, 2008 12:31 PM) 

depois de ter visto a palestra, vc acha que é o caso de comprar o livro do Huberman? Ou não tem mais nada de novo a esta altura?</p>
<p>(<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel">Raquel</a> on 
jun 29, 2008  8:40 AM) 

Eu quero comprar sim. Da última vez que procurei na Amazon era edição esgotada. Não sei se tem algo MUITO novo, nisso acho que estão os artigos, mas o Hberman tem bastante coisa interessante no início do trabalho.</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-06-20T16:46:54-03:00</dc:date>
</item>
<item>
<title>Hypertext &apos;08  I</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/hypertext_08_i.html</link>
<description>Cheguei, finalmente. Depois de muita correria, confusões, 36 horas de viagem, quase nada de sono e uma espera de 9 horas no JFK, finalmente cheguei em Pittsburgh e no hotel da conferência. Não vi ninguém conhecido - mas como meu vôo atrasou, cheguei depois das ativdades do dia e perdi até a registration que vou ter que fazer amanha. Por enquanto, nenhuma novidade. Só que o hotel realmente parece o Overlook e eu me sinto o Jack Torrance olhando para todos os detalhes e imaginando a pujança do passado do hotel. Tem até as fotos das festas e manchetes de jornais em quadros na parede dos salões!!! Mas é um prédio histórico e bem legal. Também adorei Pittsburgh. Totalmente diferente do que eu esperava, mal vi o Monte Washington e já comecei a imaginar o Fort Pitt. Daí o cara da van me perguntou se eu gostava muito de história e eu fiquei com vergonha de dizer que gostava mesmo era de quadrinhos... hahahahahaha Enfim, cheguei tarde e quero descansar que amanhã tem o Bernanrdo Huberman, o primeiro keynote da conferência. Vou comentar coisas via Twitter em português, para quem não conseguir acompanhar via o Twitter da conferência - em inglês....</description>
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<content:encoded><![CDATA[Cheguei, finalmente. Depois de muita correria, confusões, 36 horas de viagem, quase nada de sono e uma espera de 9 horas no JFK, finalmente cheguei em Pittsburgh e no hotel da conferência. Não vi ninguém conhecido - mas como meu vôo atrasou, cheguei depois das ativdades do dia e perdi até a registration que vou ter que fazer amanha. 
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Por enquanto, nenhuma novidade. Só que o hotel realmente parece o Overlook e eu me sinto o Jack Torrance olhando para todos os detalhes e imaginando a pujança do passado do hotel. Tem até as fotos das festas e manchetes de jornais em quadros na parede dos salões!!! Mas é um prédio histórico e bem legal. Também adorei Pittsburgh. Totalmente diferente do que eu esperava, mal vi o Monte Washington e já comecei a imaginar o Fort Pitt. Daí o cara da van me perguntou se eu gostava muito de história e eu fiquei com vergonha de dizer que gostava mesmo era de quadrinhos... hahahahahaha Enfim, cheguei tarde e quero descansar que amanhã tem o Bernanrdo Huberman, o primeiro keynote da conferência. Vou comentar coisas via Twitter em português, para quem não conseguir acompanhar via o Twitter da conferência - em inglês. </p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a href="http://www.oblogdocapeta.blogspot.com">Everton Maciel</a> on 
jun 21, 2008 11:36 AM) 

Esse é o melhor livro de King. O resto é o resto. </p>
<p>(<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel">Raquel</a> on 
jun 21, 2008 12:31 PM) 

Bah Everton, tenho que concordar contigo desta vez! :D</p>
<p>(<a href="http://www.oblogdocapeta.blogspot.com">Everton Maciel</a> on 
jun 21, 2008 10:21 PM) 

Ah! Assim não vale! Quando concordam comigo, a vida perde a beleza do debate no melhor estilo bate-boca... hehe. Tô brincando</p>
</description>
]]></content:encoded>
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<dc:date>2008-06-19T22:55:08-03:00</dc:date>
</item>
<item>
<title>Drops de Terça</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/drops_de_terca.html</link>
<description>#Duas matérias interessantíssimas do JW hoje: A primeira é A Cauda Longa do Jornalismo, escrito pelo Caribé (adoro os textos dele). Fala do jornalismo colaborativo, da especialização das notícias e, de quebra, ainda discute a questão da credibilidade. Vale ler. A segunda é a informação de que a UFMS está criando um Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo, que vai ser filiado ao GJOL da Facom/UFBA coordenado pelo Marcos Palacios (tb sou fã). # Mais dois posts imperdíveis do Akshay Java. O primeiro fala do Modelo da Câmara de Eco na difusão de informações nos blogs e o segundo, focando formas de quantificar o capital social. #O Sergio Amadeu discute a resolução do TSE que proíbe a propaganda política na Internet 48 horas antes da eleição....</description>
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<content:encoded><![CDATA[#Duas matérias interessantíssimas do JW hoje: A primeira é <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&idConteudoTipo=2&idConteudo=3118" target=_blank>A Cauda Longa do Jornalismo</a>, escrito pelo <a href="http://entropia.blog.br/" target=_blank>Caribé</a> (adoro os textos dele). Fala do jornalismo colaborativo, da especialização das notícias e, de quebra, ainda discute a questão da credibilidade. Vale ler. A segunda é a informação de que <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&idConteudo=3141&idConteudoTipo=1" target=_blank>a UFMS está criando um Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo</a>, que vai ser filiado ao <a href="http://www.facom.ufba.br/jol/" target=_blank>GJOL da Facom/UFBA</a> coordenado pelo Marcos Palacios (tb sou fã).
<BR><BR>
# Mais dois posts imperdíveis do Akshay Java. O primeiro fala do <a href="http://socialmedia.typepad.com/blog/2008/06/the-echo-chamber-model.html" target=_blank>Modelo da Câmara de Eco na difusão de informações nos blogs</a> e o segundo, <a href="http://socialmedia.typepad.com/blog/2008/06/quantifying-social-capital.html" target=_blank>focando formas de quantificar o capital social</a>. 
<BR><BR>
#O Sergio Amadeu discute <a href="http://samadeu.blogspot.com/2008/06/resoluo-do-tse-proibe-uso-da-internet.html" target=_blank>a resolução do TSE que proíbe a propaganda política na Internet 48 horas antes da eleição</a>.
</p>
<p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

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]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-06-10T22:58:41-03:00</dc:date>
</item>
<item>
<title>Compós 2008</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/compos_2008.html</link>
<description>Estive ausente, participando do GT de Comunicação e Sociabilidade da Compós 2008. Infelizmente, não consegui comentar porque não tínhamos Internet disponível nem no local do evento e nem no hotel. O encontro deste ano foi o primeiro em que participei deste GT, coordenado pelo João Freire Filho. Achei muito interessante a interlocução e o foco dos trabalhos. Os trabalhos da Beatriz Bretas (UFMG), da Adriana Amaral (UTP), do Edilson Cazeloto (PUC-SP) e da Paula Sibilia tocavam, direta ou indiretamente como o tema da sociabilidade no ciberespaço, o que foi muito legal pois o debate cresceu. Também apresentaram excelentes trabalhos o Paulo Vaz e a Mariana Pombo (UFRJ), a Janice Caiafa (UFRJ), o Henrique Mazetti (UFRJ) e a Barbara Szaniecki (PUC-RJ). Agora mais 10 dias por aqui e em breve, mais um encontro, desta vez a Hypertext 2008, em Pittsburgh. Este eu pretendo comentar ao vivo. :-)...</description>
<guid isPermaLink="false">3702@http://www.pontomidia.com.br/raquel/</guid>
<content:encoded><![CDATA[Estive ausente, participando do GT de Comunicação e Sociabilidade da <a href="http://www.compos2008.com/" target=_blank>Compós 2008</a>. Infelizmente, não consegui comentar porque não tínhamos Internet disponível nem no local do evento e nem no hotel. O encontro deste ano foi o primeiro em que participei deste GT, coordenado pelo João Freire Filho. Achei muito interessante a interlocução e o foco dos trabalhos. Os trabalhos da Beatriz Bretas (UFMG), da <a href="http://palavrasecoisas.blogspot.com/" target=_blank>Adriana Amaral</a> (UTP), do Edilson Cazeloto (PUC-SP) e da Paula Sibilia tocavam, direta ou indiretamente como o tema da sociabilidade no ciberespaço, o que foi muito legal pois o debate cresceu. Também apresentaram excelentes trabalhos o Paulo Vaz e a Mariana Pombo (UFRJ), a Janice Caiafa (UFRJ), o Henrique Mazetti (UFRJ) e a Barbara Szaniecki (PUC-RJ). 
<BR><BR>
Agora mais 10 dias por aqui e em breve, mais um encontro, desta vez a Hypertext 2008, em Pittsburgh. Este eu pretendo comentar ao vivo. :-)</p>
<p>
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<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a href="http://www.portaldosfatos.blogspot.com">Jorge Alexnadre</a> on 
jun  9, 2008  8:58 PM) 

Já estou muito interessado nos comentários sobre a Hypertext 2008. Bem que eu gostaria de ir... Visite meu blog www.portaldosfatos.blogspot.com Gostaria de sua opinião e sugestões. 

abraços
Jorge Alexandre</p>
</description>
]]></content:encoded>
<dc:subject></dc:subject>
<dc:date>2008-06-07T17:53:17-03:00</dc:date>
</item>
<item>
<title>Pedro Doria, Censura e Liberdade de Expressão na Internet</title>
<link>http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/pedro_doria_censura_e_liberdade_de_expressao_na_internet.html</link>
<description>Acompanhei o caso do Pedro Doria via Google Reader, pois cerca um assunto que muito me interessa. A novela começou quando o Pedro colocou no blog um pedido para que Fernando Gabeira fosse candidato à prefeitura do Rio de Janeiro. A campanha adquiriu vários contornos e acabou que Gabeira se candidatou mesmo. Esta semana, o deputado recebeu uma ordem judicial para retirar do blog do Pedro Doria os banners de apoio ao candidato, bem como os sites da campanha. Apesar de não ter tido acesso à decisão judicial, vou comentar alguns pontos. Inicialmente, estranho a ordem para que Gabeira retirasse do blog que não é seu e com o qual não tem nenhuma participação (exceto, talvez, por uma amizade com Pedro Doria) o banner e a campanha. Além de criar um precedente absurdo, não faz qualquer sentido. Isso quer dizer que, se eu fizesse aqui um blog em favor de um cadidato que detesto, o Exmo. Juiz mandaria cassar o candidato que não tem nada a ver com isso? Percebam o problema: com a lógica da Internet, onde cada indivíduo é um potencial produtor de conteúdo, é humanamente impossível ao mais bem intencionado candidato controlar o que 30 milhões de brasileiros estão fazendo aqui com o seu nome. Quero dizer, para mim, a ordem tem um vício em sua emissão, pois ela responsabiliza alguém que não pode ser responsabilizado pois não teria (tecnicamente) nenhum controle sobre os fatos. Em uma analogia simplória, seria como responsabilizar um candidato porque as pessoas estão falando sobre ele na rua. Em um segundo momento, o mérito da questão é complicado. A CF garante, em seu artigo 5o, inciso IX, o direito à liberdade de expressão como cláusula pétrea de um Estado de Direito. Isso significa que é um direito constitucionalmente garantido, no Brasil, às pessoas de expressar livremente sua opinião. A CF não faz nenhuma restrição com relação ao modo através do qual essa opinião é expressa, ao contrário, o artigo 220 ainda esclarece: &quot;Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição&quot;(grifo meu). Do meu ponto de vista, solicitar ao Pedro que retire, do seu blog particular, que é um veículo de expressão individual, opinativo e pessoal, as referências ao Gabeira e o apoio ao candidato constitui-se, sim, em censura, elemento que é (e deve ser) extirpado de um Estado de Direito. É uma ordem para que a opinião pessoal de alguém seja tolhida, excluída e tachada como propaganda. É exatamente como impedir que as pessoas utilizem bottons, adesivos ou simplesmente declarem, publicamente, seu apoio aos candidatos. É propaganda? Tecnicamente, sim. Mas daí também, qualquer expressão individual - mesmo a fala - tecnicamente também o é. Mas a Justiça tem acolhido a expressão individual como permitida (vejam que é possível votar com bandeiras, bottons e etc.) desde que não seja alardeada. Assim que nenhuma ferramenta da Internet como os blogs (exceto talvez pelos banners e pop-ups), fazem alarde, já que é preciso ir até as pessoas (a chamada propaganda pull, onde o consumidor vai ler se interessar) para ler o que essas ferramentas explicitam, não há difusão massiva (a chamada propaganda push, empurrada para cima do consumidor que não tem controle sobre ela, como nos meios de comunicação de massa). Na minha opinião, é preciso esclarecer o que deve ser considerado propaganda eleitoral e o que é garantido constitucionalmente como direito de expressão individual. Lendo a Lei Eleitoral, não vejo nenhum dispositivo que defina o que é considerado propaganda eleitoral e como esta poderia ser controlada na Internet, ainda que por analogia. Pesquisando em artigos jurídicos e em doutrina menos ainda. Há artigos que tratam das home-pages, chats e e-mail. Este outro artigo trata ainda do que pode ser considerado propaganda eleitoral. Mas nenhum deles diferencia e especifica a questão da opinião pessoal nos blogs, fotologs, sites de redes sociais e etc. E o que fazer? Não acho que a Internet deva ser uma terra sem lei. Mas acho que é preciso preparo e razoabilidade por parte dos juristas e legisladores ao analisar este novo meio, muito mais complexo que os anteriores. Não é possível que se compare a Internet com os meios de comunicação anteriores. É diferente em sua estrutura, na produção e no compartilhamento de informações. Conseqüentemente, tem a capacidade de gerar efeitos muito diferentes sobre a sociedade, efeitos estes não previstos pelos dispositivos legais atuais. Estes sim, se levados a efeito por analogia, gerarão conseqüências absurdas para um Estado de Direito, como foi o caso da ordem judicial que comentei aqui. Update: (via lista do JW) E o coordenador estadual de fiscalização da campanha do Rio assinou uma portaria liberando a campanha em blogs e páginas de sites de relacionamento....</description>
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<content:encoded><![CDATA[<img alt="censored.gif" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/imagens/censored.gif" width="250" height="217" border="0" align="left" />Acompanhei o caso do <a href="http://pedrodoria.com.br/" target=_blank>Pedro Doria</a> via <a href="http://www.google.com/reader" target=_blank>Google Reader</a>, pois cerca um assunto que muito me interessa. A novela começou quando o Pedro colocou no blog <a href="http://pedrodoria.com.br/2008/01/18/gabeira-para-o-rio/" target=_blank>um pedido para que Fernando Gabeira fosse candidato à prefeitura do Rio de Janeiro</a>. A campanha adquiriu vários contornos e acabou que Gabeira se candidatou mesmo. Esta semana, <b>o deputado</b> recebeu uma ordem judicial para <a href="http://pedrodoria.com.br/2008/05/29/o-weblog-foi-censurado-pela-justica/" target=_blank>retirar do blog do Pedro Doria os banners de apoio ao candidato, bem como os sites da campanha</a>. Apesar de não ter tido acesso à decisão judicial, vou comentar alguns pontos.
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Inicialmente, estranho a <b>ordem para que Gabeira retirasse do blog que não é seu e com o qual não tem nenhuma participação</b> (exceto, talvez, por uma amizade com Pedro Doria) o banner e a campanha. Além de criar um precedente absurdo, não faz qualquer sentido. Isso quer dizer que, se eu fizesse aqui um blog em favor de um cadidato que detesto, o Exmo. Juiz mandaria <b>cassar o candidato que não tem nada a ver com isso</b>? Percebam o problema: com a lógica da Internet, onde cada indivíduo é um potencial produtor de conteúdo, é humanamente <b>impossível</b> ao mais bem intencionado candidato controlar o que 30 milhões de brasileiros estão fazendo aqui com o seu nome.  Quero dizer, para mim, a ordem tem um vício em sua emissão, pois ela responsabiliza alguém que não pode ser responsabilizado pois não teria (tecnicamente) nenhum controle sobre os fatos. Em uma analogia simplória, seria como responsabilizar um candidato porque as pessoas estão falando sobre ele na rua.  
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Em um segundo momento, o mérito da questão é complicado. A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm" target=_blank>CF</a> garante, em seu artigo 5o, inciso IX, o direito à liberdade de expressão como cláusula pétrea de um Estado de Direito. Isso significa que é um direito constitucionalmente garantido, no Brasil, às pessoas de <b>expressar livremente sua opinião</b>. A CF não faz nenhuma restrição com relação ao modo através do qual essa opinião é expressa, ao contrário, o artigo 220 ainda esclarece: <i>"Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, <b>sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição</b>, observado o disposto nesta Constituição"</i>(grifo meu). Do meu ponto de vista, solicitar ao Pedro que retire, do seu blog particular, que é um veículo de expressão individual, opinativo e pessoal, as referências ao Gabeira e o apoio ao candidato constitui-se, sim, <b>em censura</b>, elemento que é (e deve ser) extirpado de um Estado de Direito. É uma ordem para que a opinião pessoal de alguém seja tolhida, excluída e tachada como propaganda. É exatamente como impedir que as pessoas utilizem bottons, adesivos ou simplesmente declarem, publicamente, seu apoio aos candidatos. É propaganda? Tecnicamente, sim. Mas daí também, qualquer expressão individual - mesmo a fala - tecnicamente também o é. Mas a Justiça tem acolhido a expressão individual como permitida (vejam que é possível votar com bandeiras, bottons e etc.) desde que não seja alardeada. Assim que nenhuma ferramenta da Internet como os blogs (exceto talvez pelos banners e pop-ups), fazem alarde, já que é preciso ir até as pessoas (a chamada propaganda <i>pull</i>, onde o consumidor vai ler se interessar) para ler o que essas ferramentas explicitam, não há difusão massiva (a chamada propaganda <i>push</i>, empurrada para cima do consumidor que não tem controle sobre ela, como nos meios de comunicação de massa).
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Na minha opinião, é preciso esclarecer o que deve ser considerado propaganda eleitoral e o que é garantido constitucionalmente como direito de expressão individual. Lendo a <a href="http://www.senado.gov.br/web/codigos/eleitoral/eleit007.htm" target=_blank>Lei Eleitoral</a>, não vejo nenhum dispositivo que defina o que é considerado propaganda eleitoral e como esta poderia ser controlada na Internet, ainda que por analogia. Pesquisando em artigos jurídicos e em doutrina menos ainda. Há <a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=3472" target=_blank>artigos que tratam das home-pages, chats e e-mail</a>. Este <a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10612" target=_blank>outro artigo trata ainda do que pode ser considerado propaganda eleitoral</a>. Mas nenhum deles diferencia e especifica a questão da opinião pessoal nos blogs, fotologs, sites de redes sociais e etc.  
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E o que fazer? Não acho que a Internet deva ser uma terra sem lei. Mas acho que é preciso preparo e razoabilidade por parte dos juristas e legisladores ao analisar este novo meio, muito mais complexo que os anteriores. Não é possível que se compare a Internet com os meios de comunicação anteriores. <b>É diferente em sua estrutura, na produção e no compartilhamento de informações</b>. Conseqüentemente, tem a capacidade de gerar efeitos muito diferentes sobre a sociedade, efeitos estes não previstos pelos dispositivos legais atuais. Estes sim, se levados a efeito por analogia, gerarão conseqüências absurdas para um Estado de Direito, como foi o caso da ordem judicial que comentei aqui.
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<i>Update</i>: (via lista do <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br" target=_blank>JW</a>) E o <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2916961-EI8139,00.html" target=_blank>coordenador estadual de fiscalização da campanha do Rio assinou uma portaria liberando a campanha em blogs e páginas de sites de relacionamento</a>. 
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<p>Comentarios neste post:</p>

<p>(<a href="http://verbeat.org/blogs/bereteando">tiagón</a> on 
mai 30, 2008 10:30 AM) 

Raquel, belíssimo post. falei bem parecido num post lá no Berê, mas sem a mesma clareza e articulação. o que será que podemos fazer?</p>
<p>(<a href="http://tainalon.com">Tainã</a> on 
mai 30, 2008 10:48 AM) 

Raquel, tenho minhas ressalvas à sua opinião. Não vou escrevê-las todas aqui porque também acabei de escrever um post no meu blog sobre isso. Mas, realmente, a questão de regulação do meio volta à tona, porque ninguém gosta que mexam no seu pirão. Informação mediada por jornalista tá em crise, porque tudo é justificável através dos conceitos de liberdade de imprensa e expressão. Acho que não é 8 nem 80. Enfim, se tiver curiosidade, lê lá.

Abs.</p>
<p>(<a href="http://giseleh.com">Gisele</a> on 
mai 30, 2008 11:31 AM) 

Obrigada pelos links e alguns esclarecimentos necessários para entendermos a questão. 

Como postei também, só tenho receio da "compra de opiniões" em blogs. </p>
<p>(<a href="http://gilbertoconsoni.com">Gilberto Consoni</a> on 
mai 30, 2008  4:03 PM) 

Hum, gostei da idéia. Vou fazer campanha para os candidatos que eu não gosto. Quem sabe eles não são cassados??? 

Olha, essa doeu, mas pra mim mostra o quanto não se deve separar o online do offline. Como postei lá no Twitter: Vamos proibir que as pessoas de saírem com suas bandeiras nas ruas também. Um banner no meu blog não seria como um adesivo no meu peito afinal???</p>
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<dc:date>2008-05-30T09:52:55-03:00</dc:date>
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