Apple Newton VS iPhone

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I've recently got an iPhone 3G. This is my second Apple product, my first was a Newton MessagePad 130 that I barely used. But using the iPhone triggered memories of the Newton and most of them were actually good memories. So I decided to pit them together and compare feature-by-feature these two devices.

Screen
Newton's screen is absolutely huge - 4.7". No competition here. You may think that its main drawback is the lack of multitouch, until you observe that it would actually be very hard to use two stylus. Unless you are ambidextrous, of course. But even ambidextrous people usually don't write with both hands at the same time - remember, in Newton you can actually handwrite things, no more dealing with tiny keyboards.

The real drawback is Netwon's somewhat limited number of colors - two, to be precise. But consider this: 7% of the population is colorblind. Hence, iPhone's full palette is useless (and detrimental) for at least 7% of the population, while Newton is fully usable for everyone.

iPhone has the possibility of using the screen in landscape mode. Newton leave nothing to be desired here. Plus, in Newton you can actually select when you want the screen to rotate. Everyone knows how annoying it is when iPhone's screen automatically rotates itself when you are trying to surf the web while lying in bed, standing upside down, or riding the Enterprise.

iPhone uses a capacitive screen for all of its input. You can't use a regular stylus with it. You can't use it with your gloves on. Heck, you can't even use it with your nails. Newton uses resistive technology and you can use pretty much anything that can cause a slight pressure. This includes your fingers and nails, but also baseball bats, forks and knives. You may even use it from a distance with a good aim and a set of pebbles - the huge screen makes this altogether easier. Newton scores!

Battery
Newton uses 4 AA batteries that you can buy in any store in any street corner. It will even work with rechargeable batteries - put four of those 3000 mAh in it and it will probably run for ages! iPhone, of course, has an unremoveable, non-upgradeable, battery. That means an easy win for Newton here.

Communication and Expansion
Newton is able to connect through a cable to the computer in order to transfer files and applications. Unfortunately, it does not feature Bluetooth for wireless file transfers. However, Newton does feature an infra-red port. Hence, wireless transfer are possible, seamless and secure (no more worrying about bluetooth eavesdropping!). While the iPhone supposedly does have Bluetooth in it, no one has ever seen it or done anything with it. Applications and songs bought on iTunes and App Store may be transferred through either 3G network or Wi-Fi, but user files, like documents, pictures and those ripped mp3, must be transferred through a cable.

This would be a draw right here if it was over, but Newton supports PCMCIA cards in an expansion slot. This is nowhere to be found on the iPhone. More than allowing extra storage and easy file transfers through PCMCIA flash cards, the slot allows hardware expansions. That's right, you can even add a modem connection to the Newton and connect to your favorite BBS with blazing 56Kbps speeds. Can you connect to a BBS using the iPhone and a regular phone line? I didn't think so. One more star for Newton!

Copy and Paste
Newton can do copy and paste. You heard it. Just select any part of a text and drag it around to copy/move. Granted, you can't copy things between applications, but still this is more than the iPhone can do right now. Go Newton!

Camera
iPhone does not do video. Apple's reasoning is that a video using the iPhone's crappy camera would be absolutely horrible, possibly even worse than its photos. And no one wants to have to face the decision of taking a crappy video or no video at all. Hence, Apple decided that for you and kept video out of the iPhone. Newton features no camera whatsoever for the same reason, saving us all from an invasion of blurred photos of things no one care about. Following Apple's reasoning, Newton nailed it again!

Multitasking
Newton handles multiple applications running simultaneously. And that's with only 2.5MB of RAM! iPhone still can't do that even with 50 times this amount of RAM.

Conclusions
If only I could pocket my Newton, the iPhone would be a goner.

LogMeIn no Windows 7

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Uma das melhores soluções para acesso remoto a máquinas (com Windows ou MacOS) é o serviço LogMeIn. O serviço é instalado em um computador e, então, pode-se acessar esta máquina através de um navegador em qualquer ponto da Internet. Não só é muito mais simples de configurar do que os tradicionais VNC, como também é muito mais rápido, especialmente quando se utiliza o plug-in para o Firefox.

Porém, ao fazer um upgrade para o Windows 7 Beta, o serviço não mais autenticava. Ao tentar acessar remotamente, passei a receber a mensagem de que a senha ou usuário estão incorretos. Após quebrar a cabeça instalando e reinstalando com múltiplas permissões, acabei esbarrando na solução bastante simples. Basta, ao colocar o nome de usuário, especificar o nome do computador também, da seguinte forma:

nome_do_computador\nome_do_usuario

O nome do computador não é o nome dado no LogMeIn, mas sim o nome especificado no Windows. E está resolvido.

Segundo notícia divulgada na Folha, um estudo realizado na Austrália teria verificado que empregados que acessam sites não relacionados ao trabalho (eventualmente, presumo) são em média 9% mais produtivos do que os que não acessam. A matéria dá a entender que navegar em sites como Orkut, Twitter e outros afins, causariam o aumento de produtividade.

Não consegui encontrar o estudo original ainda. Buscas pelo cientista por trás - Brent Coker - levam apenas a notícias de segunda mão, ou resumos do trabalho. A explicação de Coker é bem razoável: o cérebro precisa de um descanso entre tarefas que exigem grande concentração. Ou seja, é preciso distrair seu cérebro de vez em quando para recuperar sua capacidade de concentração. Há de fato boas evidências de que o cérebro precisa de tal descanso eventual para manter sua capacidade de concentração.

Porém, consigo ver muitos potenciais problemas em um estudo desse tipo. Novamente, não li o estudo, mas imagino algumas maneiras com que se poderia obter tais dados, nenhuma sem problemas.

Primeiro, poderia-se simplesmente medir a produtividade em empresas que bloqueiam o acesso aos sites de interesse e empresas que não bloqueiam. Há, porém, o problema de como medir a produtividade, já que dificilmente haveriam duas empresas idênticas fazendo exatamente as mesmas coisas. E mesmo que se resolva esse problema, a causa pode ser simplesmente o fato de empresas que não tentam bloquear esses serviços terem um gerente mais liberal, que se daria melhor com os funcionários, potencialmente aumentando a produtividade.

Outra maneira seria rastrear funcionários individuais e verificar quem acessa e quem não acessa tais sites, e então correlacionar com suas respectivas produtividades. O problema seria que pessoas que utilizam sites de entretenimento provavelmente possuem maior conhecimento, ou interesse, na Internet e isso talvez leve a uma maior produtividade de qualquer maneira, independente de se eles efetivamente acessam ou não (suponho que seja lá qual for a medida de produtividade, trata-se de tarefas realizadas em um computador). Ou seja, pessoas que gostam de computador são mais produtivas em um computador. Duh.

A melhor maneira parece ser ir em empresas onde o acesso é bloqueado e desbloquear durante um certo tempo e verificar se a produtividade aumentaria. O problema é se as pessoas souberem que estão fazendo parte de um estudo. Nesse caso, elas poderiam aumentar artificialmente sua produtividade nesse período apenas para garantir que no futuro os serviços permaneceriam liberados (ou o fariam apenas por medo de estarem sendo observados).

Definitivamente acredito que exista a correlação, mas até ver o estudo completo permaneço cético quanto a causalidade. Alguém sabe onde encontrar o artigo?

Aproveito para fazer um apelo: jornalistas, forneçam links para as publicações ORIGINAIS de estudos científicos. Se vocês não vão checar os fatos, pelo menos permitam que os leitores o façam.

ReQall

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Muito interessante o conceito de um serviço de notas, o ReQall. Em princípio, parece ser apenas mais um serviço que permite que o usuário guarde pequenas notas, listas de afazeres e eventos, como o mais conhecido Remember the Milk. A principal diferença está na tentativa do serviço em antecipar as necessidades das notas.

Em outros serviços, tipicamente o usuário grava uma nota e o serviço armazena; para recuperar a nota, o usuário tem que ativamente procurar por ela (ou seja, é preciso lembrar que a nota existe em primeiro lugar). Já o ReQall tenta extrair o contexto das notas de forma a mostrá-las ativamente quando elas são necessárias. Assim, se a nota diz respeito a uma determinada pessoa e uma reunião com essa pessoa está se aproximando, o serviço irá resgatar todas as notas relacionados e mostrá-las para o usuário.

A versão Pro do serviço utiliza inclusive GPS para mostrar notas relativas a lugares - se você chegar ao supermercado, o serviço mostra todas suas notas relativas a compras em supermercado, por exemplo. Adicionalmente, os avisos podem ir por diversos meios, como SMS, IM ou e-mail.

Há uma versão para o iPhone e Blackberry, além da versão web normal. Pretendo experimentar em breve.

Duas Semanas com um Macbook White

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Meu novo notebook é um Macbook White, usado, que herdei recentemente. Meu antigo notebook, um Asus W5a, estava dando sinais de fadiga depois de 5 anos - a câmera não funcionava mais, uma parte do plástico da volta do LCD quebrou, o processador já não dava mais conta do trabalho. Sinais de que chegou a hora de aposentá-lo (em alto estilo: vai virar um media center na sala).

Não estou usando o MacOS X no Macbook (heresia!), mas sim o Windows 7. Isto por que preciso executar coisas como o Visual C++ e absolutamente não gosto da interface do Microsoft Office no MacOS (aliás, em geral, não gosto da interface do MacOS, mas esta é outra discussão).

Passadas duas semanas com o Macbook, seguem algumas impressões.

Coisas que definitivamente não gosto:

  • Bordas cortantes. A parte de apoio dos pulsos tem um formato que deixa marcas nos pulsos e torna desconfortável o uso durante um período prolongado. O fato da área ser sucetível a quebras só piora a situação.
  • Poucas portas USB e de um lado só. As USB são próximas demais, meu pendrive fica torto ali quando o mouse está também ligado. Duas portas são insuficientes, especialmente pela necessidade de ligar a câmera digital por uma USB também. Praticamente exige um hub USB.
  • Calor, calor. O Macbook esquenta muito mais que meu antigo Asus. Claro, este é um computador mais potente, espera-se que esquente mais, mas é impossível mantê-lo sobre as pernas. Ele chegou a derreter a tinta de uma base de madeira que estava usando para evitar o contato direto.
  • Falta de leitor de cartões. Ter que carregar o nada prático cabo da câmera digital comigo (ou um leitor externo) é algo pouco justificável para um notebook que supostamente é tão bom para lidar com mídias (fora o problema com falta de portas USB).
  • Falta de LEDs para atividade do HD e de indicação de que o computador está ligado. Uso muitas aplicações que fazem uso intensivo do HD, faz falta ter algum tipo de indicação da atividade deste. Quando o computador está indo hibernar, não sei quando posso fechá-lo, pois não há indicação se ele está ou não ligado ainda (e se eu fechar antes, ele entra em sleep, parando o processo de hibernação).
  • Falta de uma tecla de delete. O Macbook só tem uma tecla, chamada "delete", mas que na verdade é o "backspace". Para ativar o delete, há que se apertar neste tecla junto com a tecla de função fn. Não é algo que eu consiga me acostumar.
  • O som de boot. Ao ligar o Macbook, ele faz um som característico (o mesmo do Wall-E ao recarregar suas baterias) que só pode ser desligado desabilitando o som no MacOS, antes de desligar o computador. Isso quer dizer que se você esqueceu de desabilitar o som, desligou o computador e foi para uma reunião, tenha certeza que serás notado.

Coisas que eu gosto:

  • Trackpad multi-touch. A idéia de fazer rolagem colocando dois dedos sobre o trackpad é muito superior a ter uma área específica para isso, como é o caso da maioria dos notebooks PCs. Não sei mais viver sem isso.
  • Sistema de alimentação com imãs. Acaba com o problema de alguém tropeçar no cabo e levar o notebook para o chão. Uma das melhores idéias que a Apple já teve.
  • BIOS sem frescuras. Nada de ficar contando memória, o processo de boot vai direto para o boot do sistema operacional, sem frescuras. Claro que isso significa que nada é configurável, mas quem mexe em BIOS hoje em dia?
  • Posso bootar o MacOS X. Essencial para desenvolver aplicativos para o iPhone. Mas eu gostaria mesmo é que o SDK funcionasse no Windows.

Em resumo, há muito mais problemas do que benefícios. Eu não compraria um Macbook, definitivamente. Alguns problemas talvez sejam questão de adaptação, ou simplesmente um falta de coordenação entre o que eu preciso e o público-alvo da Apple. Se eu não tiver morrido pelos cortes nos pulsos devido as bordas do Macbook, volto a postar novas impressões com mais tempo de uso.

Com um mês de uso do iPhone 3G, via Claro, um mini-resumo de impressões.

Coisas legais:

  1. App Store. Tem muito aplicativo interessante e está no ar não faz um ano ainda. Muita coisa está por vir.
  2. Interface. Não tem concorrência, é de longe a interface mais bem acabada em qualquer celular que eu já tenha utilizado.
  3. Tela. Muito brilhante, pouco reflexiva, boa densidade de pontos. Simplesmente excelente.
  4. Acabamento. Bons materiais, boa ergonomia.
  5. Multitouch. Ainda que a única função multitouch que eu uso é a de zoom no Safari, já faz valer a tecnologia.
Coisas irritantes:

  1. Falta de MMS. Em um mundo em que todos tem iPhones e plano de dados ilimitado, eu entendo a falta de MMS. Não estamos nesse mundo ainda
  2. Falta de Copy & Paste. Como vou compartilhar links do Safari no Twitter ou Plurk? 
  3. Mobile Safari instável. Uma em cada dez páginas faz o browser se fechar.
  4. Uso de dados. Quando a Wi-Fi sai do ar por milésimos de segundos que seja, ele já começa a usar o Edge ou 3G, sem avisar. Péssimo para quem não tem um plano de dados muito bom.
  5. Impossibilidade de desligar o sensor de rotação. Incomoda no iPod e incomoda no Safari, especialmente quando se está usando o celular meio na horizontal.

Amazon Remembers são pessoas!

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Um dos aplicativos mais interessantes que encontrei para o iPhone é o da Amazon. Ele tem uma função (Amazon Remembers) que permite tirar uma foto de um objeto qualquer e enviá-la para a Amazon, que então, depois de um tempo, retorna algum produto que seja parecido com aquele da foto. Funciona muito bem. A foto abaixo mostra dois itens que enviei (o primeiro retornou este link e o segundo, este).

AmazonRemembers.jpg

Outros testes tiveram o mesmo bom resultado. Porém, resolvi forçar o sistema e certa vez enviei uma foto de uma pessoa, bastante borrada por causa da péssima câmera do iPhone. A pessoa estava usando óculos e o serviço retornou o exato óculos que a pessoa estava usando! Isso não podia estar certo.

Como minha área de pesquisa é Inteligência Artificial, quando vi o serviço logo pensei que tratava-se de um sistema automático de reconhecimento de imagens. Um excelente sistema de reconhecimento de imagens, diga-se de passagem. Mas conheço bem as limitações de tais sistemas automáticos e não há a menor chance de, hoje, algum conseguir encontrar os óculos de uma pessoa em uma foto borrada, quanto mais localizar um produto idêntico em um banco de dados.

Mas há UM sistema capaz de tal feito: o cérebro humano. E há mais de seis bilhões desses sistemas funcionando por aí. Uma rápida pesquisa confirmou minhas suspeitas: Amazon Remembers são pessoas! Trata-se do serviço Mechanical Turk (o nome tem um motivo), da própria Amazon, que recruta pessoas na Internet para realizar pequenos serviços que requerem inteligência, pagando alguns centavos por serviço realizado.

Assim, quando uma foto é enviada, ela é redirecionada para alguém no mundo (provavelmente algum indiano ou chinês...) que vê a foto, faz uma busca na Amazon e devolve o link para um produto que ela tenha encontrado que seja semelhante ao da foto, recebendo alguns centavos por isso. É o conceito de "inteligência artificial artificial", onde um sistema que deveria ser realizado por uma inteligência artificial é, na verdade, feito por pessoas simulando um sistema automático.

Pense nisso antes de enviar fotos comprometedoras para o serviço...

Instalando Windows 7 em um Macbook

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Recentemente herdei um Macbook "white" (Core Duo ainda) e resolvi instalar o Windows 7. Acabei tendo alguns problemas, cujas soluções não são óbvias, então passo adiante.

1) Instalando a partir do Tiger. O Macbook veio com o Tiger, que ainda não vinha com Boot Camp. Tive que baixar a versão beta do Boot Camp, mas esta estava expirada. Para fazer funcionar, há que se reverter a data do Mac OS X para algum dia do início de 2007. Uma vez feito isso, o Boot Camp roda muito bem. A instalação do Windows procedeu sem problemas.

2) Após a instalação, é necessário rodar o Boot Camp dentro do Windows, para instalar os drivers. Dois problemas ocorreram. O primeiro: ao executar o Boot Camp, um erro 2229 ocorria. Para resolver esse, há que se mudar as configurações regionais do Windows para o Estados Unidos (ou algum outro país com formatos de números e datas semelhantes). Eu havia configurado o Windows para o Brasil, daí o erro.

3) Agora o Boot Camp começa a rodar, mas para no meio dizendo que é necessário rodá-lo a partir do Windows XP ou Windows Vista. A solução agora é simples: clicar com o botão direito sobre o "setup.exe", entrar em Properties e forçar a execução no modo compatibilidade com o Windows Vista ("Run this program in compatibility mode for...").

Feito isso, tudo funciona.

Palm Pre - a salvação da Palm?

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Na CES 2009 a Palm apresentou seu mais novo smartphone, o Palm Pre. Entra no mercado para competir diretamente com o iPhone, G1 e Blackberry Storm. Para a empresa, é uma revolução: novo sistema operacional (nem PalmOS nem Windows Mobile), novo paradigma (foco em touch) e novo formato (com teclado deslizante). Para o mercado, bem pode ser um compeditor a altura para o iPhone, já que o G1 não decolou.

Palm Pre, novo smartphone da Palm

O mercado parece acreditar que trata-se de um produto chave que será a salvação da Palm, que vinha cambaleante com seu nicho de mercado - os palmtops - se esvaindo em favor de smartphones. Mesmo os smartphones mais recentes da empresa, o Palm Centro e Palm Pro, não convenceram os consumidores, principalmente por não oferecerem nada de novo e especificações apenas medianas (o Centro nem Wi-Fi tem). A euforia do mercado teve efeito considerável nas ações da companhia - subiram cerca de 30% após o anúncio do produto na CES.

Ações da Palm após o Palm Pre

O novo sistema operacional, denominado WebOS, é baseado em Linux e roda múltiplos aplicativos simultâneamente, uma das grandes faltas do iPhone. A interface com o usuário já está recebendo elogios pela qualidade, acabamento e usabilidade. O nome poderia ser melhor, mas a Palm quer deixar claro um dos principais atrativos para do SO: o desenvolvimento de aplicativos para ele é feito com as mesmas ferramentas de desenvolvimento para Web (CSS, HTML, Javascript).

O Palm Pre é compatível com uma nova tecnologia apresentada pela Palm, um carregador sem fio. Para carregar o smartphone, basta colocá-lo próximo da base, não há necessidade de conectá-lo fisicamente a um carregador. Não está claro ainda se esse carregador acompanhará o Palm Pre por padrão.

As principais caracteristicas do Palm Pre são:

  • Tela multi-toque de 3,1" (320x480 pixels)
  • Teclado QWERTY deslizante
  • GPS integrado
  • Conexões 3G, Wi-Fi e Bluetooth
  • Câmera de 3MP com flash integrado
  • Acelerômetro e sensor de luminosidade
  • 8GB de memória interna (aparentemente, sem possibilidade de expansão)
  • Bateria removível
  • Novo sistema operacional WebOS

Opera Mini 4.2

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Foi lançado hoje a versão 4.2 do Opera Mini, o navegador para dispositivos móveis da Opera. Poucas diferenças em relação ao Opera Mini 4.1, as maiores delas a possibilidade de aplicar temas, sincronizar notas com a versão desktop do navegador (bookmarks e histórico já eram sincronizados antes) e algum suporte a vídeo do YouTube de alguns celulares.

O Opera Mini sempre funcionou muito bem comigo. Ao contrário de todos os outros navegadores para dispositivos móveis no mercado, o Mini não conecta-se diretamente aos sites requisitados: ele faz as requisições a servidores do Opera que intermediam o processo, transformando os sites para que sejam facilmente visualizados e rapidamente carregados no dispositivo móvel. O resultado é considerável: até 90% de redução na quantidade de dados carregados para alguns sites. Isso se traduz em menor tempo de carregamento e menor valor pago por dados (no caso de planos que não são ilimitados).

A vantagem adicional é que o scroll nos sites é geralmente bem mais rápida; este é o motivo por que prefiro utilizar o Opera Mini em detrimento do seu irmão, o Opera Mobile. O Opera Mobile funciona da forma tradicional, carregando os sites diretamente. Porém, sem a compressão, alguns sites ficam excessivamente lentos, mesmo depois de totalmente carregados, ao ter-se que fazer scroll ou zoom.

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